segunda-feira, 25 de abril de 2016

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Mas depois...

Depois há os momentos em que percebes que não ganhaste nada com determinados acontecimentos do passado. Apenas perdeste. Aquelas memórias só te fazem uma pessoa pior do que alguma vez foste.

E essas memórias gostavas de apagar. Mesmo tendo consciência que tal não é possível.

Amor em todos os tempos

Amor não é só a paixão do momento ou a atracção física incontrolável. Amor é o carinho e o cuidar do outro de forma contínua. Amor é querer o nosso próprio bem e também querer o bem do outro. Não pensar apenas e só no bem estar próprio mas no bem estar de algo que existe em conjunto.
Amor é perceber que há momentos em que as coisas não resultam em pleno mas que se houver vontade esses momentos são passageiros, desde que o respeito mútuo se mantenha sempre.
Amor não tem de ser romântico. Amor é o que sentes por todos aqueles a quem queres bem, aqueles que queres que façam parte da tua vida, aqueles que cuidas.

Mesmo com toda a pressão a que estamos sujeitos, com a mudança dos paradigmas da nossa sociedade, com a velocidade a que as nossas vidas mudam, ainda existe uma réstia de amor na sociedade.

Há amor no momento em que limpo as lágrimas aos meus amigos ou no momento em que beijo a cabeça de uma criança ou naquele em que cuido dos meus pais.
Há amor em todos os momentos em que me forço a travar a velocidade vertiginosa a que a minha vida corre e olho para dentro de mim mesma ou então em que admiro tudo o que me rodeia.

Só precisamos de parar e olhar em volta para perceber que, mesmo nestes tempos de correria, o amor pode brotar de onde menos esperamos.

Ah e tal...

Diz o Linkedin:
Tens aqui muitos contactos que achamos que conheces... não te queres conectar?

Eu respondo:
Meus caros, se houvesse a opção de me bloquear pelo menos 1 deles já o teria feito... tal como fez noutras redes sociais. Acham mesmo que me vou conectar com essa gentinha? É que nem que a vaca tussa e os porcos ganhem asas!