terça-feira, 20 de dezembro de 2016

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Da "corrida" e das coincidências....

Como escrevi no post anterior, várias pessoas já me falaram da vantagem terapêutica que tem este tipo de exercício. Basicamente o que me dizem é que durante o tempo que passas a exercitar acabas por ir colocando ideias em ordem já que, por norma, este é um exercício solitário (e mesmo quando vais acompanhado nem sempre dá jeito ires em modo de conversa).

Poderia dizer que sinto isso quando vou fazer as minhas caminhadas e o A. vai correr. Mas a verdade é que isso não acontece. Coloco a minha música (ou não, depende da disposição) e vou organizando mentalmente tarefas diárias. Por norma a minha mente não vagueia por questões mais profundas.

Mas ontem foi diferente... não só porque fui "correr" mas porque houve outras coincidências.

A verdade é que no dia 18.12 do ano passado ocorreu um acontecimento menos bom na minha vida. Algo que, de certeza, o tempo vai fazer com que eu me esqueça da data em concreto mas nunca me irei esquecer do acontecimento em si. Pura e simplesmente é algo demasiado marcante.

Quando me inscrevi na prova não me lembrei que nesse dia fazia 1 ano. Mais tarde associei mas coloquei esse facto numa caixinha e arrumei-a bem lá no fundo da minha memória. Não lhe queria mexer.

Em casa vi o percurso da prova.
Minutos antes de começar, o A. mostrou-me o percurso de forma interactiva (e até percebi que não era exactamente como a ideia com que eu tinha ficado).
Pois mesmo assim eu não vi aquilo que iria ser doloroso psicologicamente. Foi como se a minha mente não quisesse ver o que eu iria enfrentar ao fazer a prova: eu ia passar mesmo em frente ao local onde esse acontecimento ocorreu.

Enquanto estava a fazer a prova, começo a perceber que vamos passar nas imediações do referido local. Aí vieram as lembranças à tona do meu pensamento. De certa forma revivi o momento que passei há 1 ano atrás. Os sentimentos que me assolaram há 1 ano vieram ao de cima. Fui tentando gerir o turbilhão em que foi ficando a minha cabeça com o aproximar do local.
Até que me apercebo que não íamos só passar junto ao local... o trajecto passava mesmo em frente desse sítio. Quando entrei naquela rua senti um nó a formar-se na garganta e as lágrimas a crescerem nos olhos. Pensei que não ia aguentar e que iria chorar desalmadamente enquanto corria.
Afinal tal não aconteceu. O trajecto passava mesmo em frente ao referido sitio mas nesse ponto fazíamos uma mudança de direcção, colocando o edifício nas minhas costas.
Aí corri... não vou dizer que foi com todas as minhas forças... mas foi com toda a vontade que consegui. As lágrimas ficaram contidas e senti que talvez esta tenha sido uma forma de colocar o referido acontecimento no passado.

Foi terapêutico? Foi. Não só pelo acto de correr como pela minha superação física e psicológica. No fundo foi uma coincidência que serviu o seu propósito.

It's done!

Eu estou ali ao fundo... não me vêem? ;)


Está feito!
Confesso que quando me aproximei da meta e vi aquele grande relógio a marcar 1h30... os meus olhos arregalaram-se e fiquei completamente desorientada. Muitas vezes disse que achava que conseguiria acabar o trajecto com um tempo algures entre 1h30 e 1h40, mas sempre convicta que iria ultrapassar 1h40.

Os primeiros 4 km foram dolorosos. A subida e o frio estavam a dar cabo dos meus músculos das pernas. Nesse percurso corri, talvez, uns 600m. As pernas não respondiam e pensei mesmo que não seria capaz de correr em ponto nenhum do percurso.
Aproximadamente na zona da marca dos 4km, iniciou a 1ª descida. Rua de Camões que eu tão bem conheço. Aí comecei a minha corrida. Ritmo lento, velocidade e respiração completamente controladas. Ainda tive direito a um high-five de um miúdo (5/6 anos) de casaco fluorescente e óculos que ia a passar e me estendeu a mão. :)
De seguida, subida até à Praça da República, entrega de água e 2ª descida bem longa na Rua da Boavista. Retomei o ritmo de corrida na descida. Segui certinho. Aproveitando a força da gravidade mas controlando sempre o ritmo. Eu queria chegar ao fim da prova.... ficar a meio por me estatelar no chão ou por ficar sem fôlego era completamente impensável!
Passo a rotunda da Boavista novamente em modo caminhada mas pouco mais à frente retomo a corrida. Algures entre o km7 e o km8, liga-me o A. Acabou a corrida com uma marca pouco interessante para ele. Na altura em que ele me ligou eu estava a correr e mantive o ritmo mesmo a falar ao telemóvel.
Passo a marca do km8. Pouco antes de entrar no túnel de Ceuta, retomo a corrida. Não abrandei a corrida até à meta. Visto que a marca do km9 era +/- a meio do túnel, eu diria que fiz cerca de 1.5km a correr. Esse último esforço... não foi bem um esforço. Foi um puxar pelo meu corpo até onde eu percebi que conseguia ir. Após passar a meta fiquei completamente incrédula, o pensamento esvaziou e só me conseguia focar que tinha começado e terminado a correr (passei em ambos os pórticos com ritmo de corrida).
Passei a zona das medalhas ainda meia sem reacção e só uns minutos mais à frente é que me lembrei que tinha de desligar o endomondo e que convinha ligar ao A. para saber onde ele estava.

O endomondo diz que fiz 10.99km em 1h38. Há que ter em atenção que o liguei 5min antes da prova começar e a alguma distância do pórtico de partida e só me lembrei de o desligar uns minutos depois de cruzar a meta e também a alguma distância desse pórtico.
Eu vi o relógio a marcar 1h30 quando cruzei a meta e dizem os resultados que fiz a prova em 1h25 (5 min de delay entre a prova começar e eu passar no 1º pórtico).

Não vou dizer que adorei a experiência. Não sou amante de corrida. Mas nesta prova percebi o que muita gente diz... que a corrida é quase terapêutica, que faz bem à cabeça (sobre esse ponto escreverei outro post).
O A. diz que acha que eu irei conseguir fazer a prova do próximo ano em 1h15, basta que me prepare com mais tempo. Eu digo que logo veremos com o ano corre! ;)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Pânico is in tha house!

Treino de hoje (passadeira):
10 km - 1h31

Pelo menos fiquei com a certeza que aguento caminhar os 10 km. E ainda corri durante 1.5 km.

Mas a verdade é que estou a panicar com o tempo e já não posso fazer nada quanto a isso.

domingo, 11 de dezembro de 2016

Estou a panicar!

O meu namorado é gajo que gosta de correr.
Eu sou gaja que gosta de ir ao ginásio e de caminhar... mas não de correr porque tenho um joelho "à Mantorras".

Ora, há uns tempos falamos em participar na S. Silvestre do Porto. Ele na corrida, eu na caminhada.

Quando fomos fazer a inscrição eu comecei a achar que ia ficar desconsolada só com os 5 km da caminhada. Normalmente, quando caminho (enquanto ele corre) faço cerca de 7 ou 8 km, sem grande esforço.
Comecei a achar que até posso fazer os 10 km da corrida. Sendo que em vez de correr, caminharei.
Num momento de impulso, faço a inscrição para a corrida.

E agora estou a panicar!!!!
Porque nos meus treinos habituais não costumo fazer passadeira (odeio e peço sempre para não incluirem no plano de treino), porque vou demorar muito tempo e o meu namorado vai ficar cerca de 1 hora à minha espera, porque não costumo fazer 10 km, etc. etc.

Hoje fui ao ginásio e fiz 6 km na passadeira (em 55 min). Do km 1 ao km 2, corri a um ritmo de 7.5, assim como do km 4 ao km 5. No resto do percurso caminhei ao ritmo de 6/6.5.

Se me sinto preparada para o desafio.... não!

Yep, estou mesmo a panicar com isto!!!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Impaciência!

Quero o meu telemóvel novo!!!
De vez em quando lá espreito a página e, para já, a data prevista de chegada é no inicio do próximo ano (pelo menos não foi adiada, até hoje).
O facto de eu ter esse conhecimento não faz com que esteja menos impaciente quanto à sua chegada.

Ah! E já agora também quero o resto das encomendas que estou à espera que cheguem... raio dos serviços de entrega que não andam das canelas.

sábado, 5 de novembro de 2016

Acho que preciso esclarecer

A quem não convive comigo diariamente... Não me interpretem mal!

Eu segui e sigo em frente todos os dias. A pessoa a quem me refiro no post anterior é passado e não possuo qualquer sentimento por ele... nem sequer ódio.
As recordações do tempo que passamos juntos são-me completamente inócuas. Foram vivências e apenas isso.

A irritação que vos transmiti... eu diria que acontece de ano a ano e, lá está, apenas porque sinto que há ali um poder sobre mim. E se há coisa que eu não gosto é que tenham poder sobre a minha pessoa.

[eu sei que pareço calminha e, por vezes, até submissa.... mas é algo que não sou mesmo!]

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Hoje escrevo-vos com o coração

[e publico para o mundo inteiro ver... porque há coisas que o mundo não precisa de saber mas há outras que preciso tirar de dentro do peito]

Há 4 anos atrás descobri que vinha sendo enganada pela pessoa que amava. Durante uns dias hesitei mas acabei por tomar a decisão mais dificil que alguma vez tomei: decidi que não queria mais aquela pessoa na minha vida. 
Psicologicamente estava de rastos... só eu sei o que passei, nesse último ano, nas mãos da pessoa que me tinha feito promessas vãs.

Das últimas conversas que tivemos ele disse-me que iria apagar o seu perfil de Facebook. Para eu não achar estranho... que essa decisão nada tinha a ver comigo, que era ele que precisava de o fazer apenas por si próprio.
[sim, eu lembro-me dessa conversa como se tivesse acontecido há 2 minutos atrás.... o raio da memória nesse tempo ainda era grande, enorme. 
hoje em dia é uma titica e quase não me lembro do que fiz hoje de manhã]

Tudo muito certo até eu descobrir, meses mais tarde, que quando ele me disse isto já havia criado um perfil novo. Perfil onde me havia bloqueado.
[será que as pessoas que fazem isto acham que os bloqueados não falam com amigos que acabam por descobrir o perfil e que mostram os mesmos aos bloqueados?]

Quando fui verificar (isto porque quase não utilizo essa rede social) também estava bloqueada no Twitter. E hoje confirmei (ao ler um artigo sobre bloqueio em redes sociais) que também fui bloqueada no Instagram (rede social que ainda nem sequer existia na altura dos acontecimentos), portanto ele dá-se ao trabalho de me bloquear nas redes sociais que vão aparecendo com o tempo.

E podem vocês perguntar, com toda a legitimidade: Mas que raio é que isso te importa?

Primeiro
A verdade é que isso me incomoda imensamente! Não por querer saber o que se passa daquele lado... mas porque sinto que ele acaba por ter poder sobre mim. 
Eu nunca poderei ver o que ele tem no perfil dele mas ele, querendo, retira o bloqueio do perfil, vê o que quiser (que tb não é muito no Facebook já que o pouco que publico não é público) e torna a colocar o bloqueio.
Assim, simples e eficiente.
Não sei nem quero saber se o faz. Mas irrita-me perceber que o pode fazer e eu não tenho qualquer aval sobre o assunto.

[já agora, sua santa mãezinha criou perfil no Facebook e também procedeu ao bloqueio da minha pessoa. ups! eu também não devia saber isto, não era?]

Segundo
Ele é que me enganou e eu é que sou tratada como a criminosa? Eu é que sou a excluída, a bloqueada? Porquê? Apenas porque me insurgi contra o que me estava a ser feito? Porque tive respeito por mim própria quando ele escolheu espezinhar-me durante meses a fio?

Percebam que com este texto não quero de forma alguma dizer que pretendo qualquer tipo de contacto com ele. Eu não o quero ver à minha frente nem pintado de ouro nem coberto de chocolate.
Quanto maior a distância que nos separa... melhor!
Mas de cada vez que penso neste assunto, fico virada do avesso pois não acredito que eu tenha feito alguma coisa para merecer nada do que me foi feito... nem antes da separação nem depois.

[agora que já tirei isto de dentro do peito, posso seguir a minha vida habitual]

:P

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Hoje é dia 1

Desde há uns meses atrás que o dia 1 é especial.
Tudo porque, num acesso de loucura, naquele dia 1 te disse  para vires ter comigo. E tu vieste.
A partir daí é história. É a nossa história que construímos em conjunto todos os dias um bocadinho mais.
Já foram mimos partilhados, passeios só porque sim e viagens longas e elaboradas.
Mas também foram muitas dúvidas, muitas conversas sérias e outras nem por isso. Já foram decisões difíceis, lágrimas derramadas e sorrisos partilhados.
Ainda assim, o saldo é positivo e estamos a caminhar lado a lado até que nos apeteça (e que este apetite se mantenha por muito tempo). :)

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Sentimentos contraditórios

Não gosto de ter a sensação de que estou a ser "seguida" por pessoas que sabem quem eu sou mas eu não sei quem elas são.... ou melhor, por norma fico com pressentimentos maus sobre essas pessoas, sobre quem elas são e depois não consigo despegar. Por outro lado também não vou abordar essas pessoas para saber se os meus pressentimentos se concretizam.
Claro que eu sei que isto pode acontecer... afinal de contas eu não bloqueio ninguém, não apago páginas, não mexo nas definições de privacidade.

O meu blog é público para quem o quiser ler, o meu facebook tem privacidade que considero normal (ou seja, é público mas só os meus amigos vêem as minhas publicações) e embora já houvesse uma altura em que a conta de instagram era privada neste momento tornei a colocá-la pública (o intuito de a colocar privada era apenas para controlar o número de seguidores).

Ou seja, não me escondo. Nunca me escondi.... nem nos momentos em que tive vontade de o fazer.

Por isso talvez seja contraditório eu ter estes sentimentos em relação aos meus "seguidores". Não é a todos, como é óbvio. Mas há uns dias atrás tive um pressentimento mau e ainda não consegui sair daí.

E depois.... depois gosto de coscuvilhar quem fez muitos esforços para se esconder mas definitivamente não conseguiu.
Do que me vale? Nada... apenas fiquei com uma lágrima no canto do olho porque vi algo que me foi muito querido e que tantas vezes me confortou quando eu estive numa das piores fases da minha vida.

terça-feira, 5 de julho de 2016

Simplicidade

Cada dia acredito mais que a vida deve ser simples. Não são necessárias grandes festividades pelos momentos especiais, nem muitos bens materiais... o essencial é ter aquilo que nos faz feliz e definitivamente dinheiro ou grandes euforias não trazem felicidade.

Aliás, neste momento acredito exactamente no oposto. Sou muito mais feliz na serenidade... e o dinheiro passou a ser um meio para atingir um fim e menos para comprar bens materiais que me enchem casa e não o coração.

Tudo para dizer que este ano fui muito mais feliz no meu aniversário porque não tive centenas de mensagens de parabéns de pessoas que não se lembram de mim o resto do ano e porque fui fazer uma das coisas que mais prazer me dá... passear!

Talvez um dia eu consiga praticar ainda mais a simplicidade... e consiga viajar apenas com o mínimo essencial! Estou a tentar....


terça-feira, 28 de junho de 2016

Da história

Há 4 anos estava doente física e psicologicamente.
Há 3 anos fugi da minha vida por uns "segundos" para depois voltar para junto dos que me querem bem.
Há 2 anos estava muito doente (desta vez só fisicamente).
Há 1 ano fui passear para um sitio lindíssimo... sem "fugir"!

Hoje ia fugir mas depois percebi que não queria fugir sozinha e por isso trouxe alguém comigo. Hoje sou feliz da forma como sou, aceito as minhas qualidades e (principalmente) os meus defeitos.

A Catarina diz que a vida se resolve sozinha... e nós podemos não ver essa verdade (e até mesmo repudiá-la) nos momentos difíceis (principalmente quando eles se sucedem num loop que parece não ter fim) mas quando ela se começa a resolver sem a nossa interação activa começamos a perceber que é mesmo assim.

Hoje agradeço à vida os ensinamentos que me proporcionou e a mulher em que me tornou. Hoje apenas quero mimos e ser feliz!

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Mundos irreais?

Todos crescemos a ouvir histórias de encantar. As personagens, sejam elas os príncipes ou as princesas ou as bruxas más são-nos descritas desde muito cedo. E com elas os seus mundos irreais.

Mas até que ponto são mesmo irreais?

Será que o mundo onde a Branca de Neve, a Cinderela ou a Bela Adormecida vivem não existe mesmo? Porque dizemos que esses mundos não existem ou são frutos da nossa imaginação se simplesmente nós não os conhecemos como nosso.
E será que esses mundos ficam contidos na aura de felicidade que nos é transmitida? No final "viveram felizes para sempre"?

Ou então.... será que todas as nossas histórias acabam no "viveram felizes para sempre" e apenas ainda não chegamos a esse ponto das nossas vidas?

Será que na realidade o mundo como o conhecemos é que é irreal? Será que as nossas histórias são contadas no mundo que dizemos ser de fantasia?
Onde é que esses mundos se podem cruzar? Será no espelho da Alice?

Dúvidas que bailam nesta cabeça e para as quais não há resposta.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Da minha banda sonora #94



Hoje em dia a etiqueta dos casamentos já não é o que era... tudo é mais flexível e há mesmo muitas coisas que hoje em dia são possíveis e antes não eram.

Ainda assim há algumas regras que devem ser cumpridas. Para mim, a mais importante é mesmo "não vistam branco". A noiva até pode optar por não vestir branco... mas essa é uma opção dela! Acreditem que se os convidados o fizerem todas as atenções se vão virar para eles. Então se a mãe do noivo levar um vestido branco... Deus Senhor, nem vou mencionar o quão errado isso é!

PS - acreditem eu sei do que falo... tenho em meu poder fotos de um casamento em que a noiva optou por uma cor diferente de branco e foi surpreendida pela mãe do noivo no dia do casamento. Querem adivinhar quem é que parece a noiva nas fotos?

segunda-feira, 25 de abril de 2016

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Mas depois...

Depois há os momentos em que percebes que não ganhaste nada com determinados acontecimentos do passado. Apenas perdeste. Aquelas memórias só te fazem uma pessoa pior do que alguma vez foste.

E essas memórias gostavas de apagar. Mesmo tendo consciência que tal não é possível.

Amor em todos os tempos

Amor não é só a paixão do momento ou a atracção física incontrolável. Amor é o carinho e o cuidar do outro de forma contínua. Amor é querer o nosso próprio bem e também querer o bem do outro. Não pensar apenas e só no bem estar próprio mas no bem estar de algo que existe em conjunto.
Amor é perceber que há momentos em que as coisas não resultam em pleno mas que se houver vontade esses momentos são passageiros, desde que o respeito mútuo se mantenha sempre.
Amor não tem de ser romântico. Amor é o que sentes por todos aqueles a quem queres bem, aqueles que queres que façam parte da tua vida, aqueles que cuidas.

Mesmo com toda a pressão a que estamos sujeitos, com a mudança dos paradigmas da nossa sociedade, com a velocidade a que as nossas vidas mudam, ainda existe uma réstia de amor na sociedade.

Há amor no momento em que limpo as lágrimas aos meus amigos ou no momento em que beijo a cabeça de uma criança ou naquele em que cuido dos meus pais.
Há amor em todos os momentos em que me forço a travar a velocidade vertiginosa a que a minha vida corre e olho para dentro de mim mesma ou então em que admiro tudo o que me rodeia.

Só precisamos de parar e olhar em volta para perceber que, mesmo nestes tempos de correria, o amor pode brotar de onde menos esperamos.

Ah e tal...

Diz o Linkedin:
Tens aqui muitos contactos que achamos que conheces... não te queres conectar?

Eu respondo:
Meus caros, se houvesse a opção de me bloquear pelo menos 1 deles já o teria feito... tal como fez noutras redes sociais. Acham mesmo que me vou conectar com essa gentinha? É que nem que a vaca tussa e os porcos ganhem asas!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Blogosfera

Todos os espaços que se encontram na blogosfera compõem uma sucessão de alegrias, tristezas, sorrisos, choros, etc. etc.

Eu própria tive espaços onde transmiti o que sentia naquele momento e que, mais tarde, acabaram por ficar ao abandono. O mais curioso é perceber, por algo de muito subtil, que houve alteração dos sentimentos que foram jogados ao "vento". Tão depressa se celebra a felicidade de um amor como a prova pública desse mesmo amor deixa de existir.

Hoje "tropecei" na celebração de um amor... para logo de seguida perceber que esse amor deixou de existir sem deixar nenhum aviso no mesmo meio da sua celebração. Apenas deixou de se falar sobre o assunto ou apagaram-se vestígios da sua existência (no espaço "ao lado").

E se concordo com o "deixar de se falar no assunto".... afinal se não há nada para se dizer, deixa de se escrever sobre esse tema.
Já não posso dizer o mesmo sobre o "apagar vestígios". Lamento... isso não o faço. Tudo o que escrevo aqui e nos espaços que tive em tempos são provas do que vivi e do que vivo. Recuso-me a apagar textos, celebrações de felicidade, demonstrações de tristeza e até fotos! 
Se não posso apagar recordações da minha mente porque irei fazê-lo digitalmente?

Em tempos tive alguém que não compreendeu porque eu quis guardar determinadas fotos... eu não compreendo porque as querem apagar! Dá a ideia que não querem aprender com as vivências que têm... que preferem cometer o mesmo erro vezes e vezes sem fim.
Será que são felizes assim?
Eu não sou... eu não seria feliz na procura infrutífera de tentar apagar memórias.
Eu sou feliz a assumir que erro e que quero aprender com os erros que cometo. Eu sou muito mais feliz a aprender com as armas que a vida me dá. 

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Vá lá, repitam comigo:

Como se conquista uma pessoa? Com MIMOS

É... comprovado na primeira pessoa. Uma pessoa conquista-se com mimos. Muitos.
Daqueles bem dengosos e doces. Daqueles que só nos apetece aninhar e deixarmo-nos estar.

Posso andar afastada mas ainda vos vou ensinando umas coisas. ;)