sábado, 21 de fevereiro de 2015

Introvertida

Sempre me considerei introvertida... porque sempre fui pacata e sossegada, com mais vontade de que me deixassem no meu canto do que me viessem "chatear".
Mas depois tinha o teatro. Aí eu fazia o que me apetecia sem nunca olhar ao ridículo (coisa que a maior parte das pessoas tem medo quando está em cima de um palco).
Mesmo assim nunca deixei de me definir como introvertida.

Até há muito pouco tempo... Há muito pouco tempo percebi que sou um mix de intro/extrovertida.
Se por lado tenho um lado mais pacato e, até por vezes, de bichinho de mato. Por outro gosto de conhecer gente e de me dar a conhecer. Gosto de fazer amizades "fáceis"... tanto como gosto das minhas amizades construídas há anos e anos.
Gosto de sair de casa e não ser completamente incógnita (perceber que gostei de ser incógnita durante a minha adolescência já magoou mais do que seria de esperar). Gosto de ir na rua e conhecer meio mundo e que meio mundo me conheça a mim. Gosto de parar e falar com as pessoas com quem me cruzo.
Gosto que pessoas insuspeitas, do nada, me digam que querem estar comigo!

Por isso, se calhar, não sou assim tão introvertida como achei que era toda a minha vida....

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Música

Em minha casa apenas o meu pai gosta de ouvir música. Música clássica e música popular portuguesa são as suas favoritas. Mas cantar não é algo que se faça lá por casa. Acho que nunca ouvi os meus pais cantarem nenhuma canção... a não ser o típico "parabéns a você" nas devidas ocasiões.

Por isso, enquanto crescia, não fui habituada a cantar.
Gosto de música mas nunca procurei muito mais do que o "circuito comercial" me traz. Até houve uns tempos em que me desviei muito da música.

Ainda assim, em miúda fiz audições para cantar num coro e fui aceite... mas foi um projecto que não seguiu em frente. Na faculdade, fiz parte do coral de engenharia durante um período de tempo muito curto. E há 2 anos atrás andava entretida a ter aulas de canto.

Por isso, apesar de me resguardar muito pois acho que sou muito fraquinha (e cada vez mais fraquinha pois já não tenho o apoio da minha querida Celeste), hoje eu canto muito em casa e no carro. E graças ao Spotify tenho encontrado muitos artistas diferentes que não conhecia e de quem gosto.

O bichinho da música está cá... só é pena não o ter aperfeiçoado mais! Mas nunca é tarde para se fazer o que se gosta (mesmo que seja meio às escondidas...).

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Idade

Claro que qualquer mulher gosta que lhe digam que parece ter menos idade do que aquela que realmente tem... e eu não sou excepção.

Por isso, se alguém me diz que pareço ter 26/27 anos (sim, SOG, estou a falar de ti) é caso para eu ficar babada... afinal tenho quase mais 7 anos que a idade anunciada.

Mas a questão que se coloca é: a que se deve essa "juventude"?

No meu caso, eu diria que a genética é um ponto muito importante.

O senhor meu Pai (do "alto" dos seus 75 anos) quase não tem rugas, já a senhora minha Mãe (com 72 anos) tem bastantes mas que se devem essencialmente a uma perda de peso acentuada que aconteceu há uns anos.... antes desse acontecimento também tinha muito poucas.
A senhora minha Irmã (15 anos mais velha que a je) praticamente não tem rugas.. só mesmo as de expressão em redor dos olhos.
Por isso, parece-me que estou muito bem lançada para enfrentar o avançar da idade... e espero que continuem a dizer que ainda pareço estar nos 20's. :)

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Do regresso

Passei dois meses e meio (mais coisa menos coisa) a pensar no regresso que nunca mais acontecia. Da falta que tudo me fazia. Da vontade que tinha de voltar.
O regresso acontece.... e passado meia hora já estou a considerar seriamente a possibilidade de como fugir dali o mais rápido possível (coisa que não fiz) e que só posso ser masoquista para ter passado dois meses e meio a sonhar com este regresso.