quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Mistérios da natureza

Como disse no post anterior, passei uma grande parte do ano de 2014 doente.

Ele foram gripes daquelas bravas com febre alta, dores no corpo, má disposição, garganta inflamada, antibiótico e tudo a que uma gripe pode dar direito.
Ele foram inflamações várias e a desenvolverem-se enquanto tomava antibiótico seguido de outro
antibiótico. Estive 3 semanas a tomar antibiótico praticamente sem interrupção… pelas mais
variadíssimas razões! Acabava um, ia ao médico por outra maleita e toca de tomar outro diferente
porque nitidamente o anterior não tinha atacado o que era necessário atacar.
Ele foram contraturas musculares com direito a relaxantes musculares de tal forma “potentes” que o farmacêutico quando mo vendeu só disse “não tome isto mais de 3 dias! se mantiver os sintomas, vá novamente ao médico”.

Fazendo um balanço por alto:
* tomei, pelo menos, 4 antibióticos diferentes (é raríssimo eu tomar antibiótico),
* perdi a conta ao número de analgésicos ingeridos,
* e de pomadas aplicadas,
* também perdi a conta dos médicos que consultei entre centro de saúde, consultórios, hospitais
privados e hospitais públicos,
* no final do ano tive direito a operação com internamento e tudo (foi só assim para acabar o ano em grande).

O interessante no meio disto tudo é a diferença para 2015. Quer dizer, não necessariamente para o ano de 2015 (esse ainda é imprevisível) mas para a temporada de Outono/Inverno de 2014/2015.
Acho que não estou a exagerar se disser que toda a gente à minha volta já teve uma constipação ou uma gripe ou uma dor de garganta ou qualquer coisa típica desta época do ano. Acrescento que, pelo menos 1 vez por semana (com os feriados foi mais), tenho de ir a uma urgência hospitalar para fazer um serviço de enfermagem. Ou seja, estou sujeita a um ambiente contaminado de forma muito regular…

E o que posso dizer quanto ao meu sistema imunitário? Está a funcionar na perfeição! Nem uma
tossezinha para me queixar de estar doente, nem um pinguito no nariz, NADA!

Espero que este seja um bom presságio! É que entre as minhas maleitas e as maleitas dos que me
rodeiam, o ano de 2014 não foi lá muito amigo

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