quarta-feira, 21 de maio de 2014

Crianças, qual o futuro de uma população cada vez mais envelhecida?

Pensar em ter filhos, nos dias de hoje, é qualquer coisa de muito exigente.
Cada vez mais a taxa de natalidade se retrai porque não existem politicas que incentivem o nascimento de crianças.
Resultado, vivemos numa sociedade cada vez mais envelhecida e cuja sustentação poderá encontrar-se em risco.

Portugal não é dos melhores em termos de protecção da parentalidade. Mas choca-me ainda mais que os EUA não tenha qualquer incentivo à natalidade.
Bom, mas eles são o país onde tudo é privatizado e não há protecção de nada nem de ninguém. Provavelmente, quando olham para "nós" dizem que somos uns "mimados" pelo Estado... afinal de contas eles vivem sem dada do que para nós são direitos adquiridos nestas questões.

Para perceberem um bocadinho melhor do que estou a falar, leiam este artigo: Having A Baby In The United States Is A Terrible Idea.

Em modo serviço público de divulgação de cultura #96


Em modo serviço público de divulgação de cultura #95


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Impressionante

Comparem a Susy com a Conchita e digam-me qual é que parece mais masculina (sem contar com a barba como é óbvio).


Já agora também leiam o artigo sobre a nossa música no Festival da Canção... é mesmo assim que queremos ser vistos?
Vergonha, muita vergonha! :(

[daqui a uns dias vou viajar para o Reino Unido e acho que vou adoptar uma nova nacionalidade para quando me perguntarem de onde sou...]

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Ia chamar este post de "homossexualidade" mas o que vou escrever é mais abrangente que isso

Acabei de ver o excerto do vídeo em que 2 jogadores do Sevilha, ao celebrarem a sua vitória contra o Benfica, se beijam.

Não sei se são heterossexuais, homossexuais ou bi e sinceramente não me interessa particularmente qual a sexualidade de duas pessoas sobre as quais nunca tinha ouvido falar a não ser há umas horas atrás.
Mas já que vou opinar, não me pareceu que aquele beijo que tenha sido algo "novo" entre eles... foi um beijo de quem se beija dessa forma, ou seja, não houve aquele momento surpresa. Sendo que isso não quer dizer absolutamente nada quanto à sexualidade de ambos.

E agora voltando ao que me levou a pensar escrever este texto.
Lembro-me de, não há muito tempo, ter visto uma notícia que divulgava o primeiro jogador de futebol a assumir-se como homossexual. Penso que ele era alemão... ou então jogava num clube alemão, já não sei muito bem. Lembro-me que nessa altura pensei que ele não poderia ser o único homossexual nesse meio. O problema é que o futebol é um desporto catalogado como másculo enquanto a homossexualidade (masculina) é catalogada como efeminada.
E aqui é que está o grande problema... Somos demasiado rápidos a colocar rótulos em tudo! Nas atitudes, nas pessoas, nas relações, nas escolhas profissionais, etc. Parece que tudo à nossa volta tem de ser definido por UMA palavra.
A minha questão é: acreditam mesmo nisso? Acreditam que tudo à nossa volta apenas pode ter UM rótulo? Acreditam que um jogador de futebol não pode ser homossexual porque o futebol é um desporto másculo e, já agora, um bailarino não pode ser hetero porque dançar é "coisa de meninas"? Acreditam que uma lésbica tem de ser camionista? A sério????
E se eu vos disser que a pessoa que está sentada ao vosso lado na mesa do restaurante onde vocês almoçam todos os dias... sim, o senhor charmoso sempre bem vestido e que não tem qualquer tique nas mãos ou na voz pode muito bem ser homossexual. Ou então a senhora jeitosa e muito bem arranjada que não tem qualquer trejeito masculino pode também ser lésbica.
Agora que vos plantei a semente no cérebro, pensem no assunto... fará alguma diferença na vossa vida se essas pessoas forem realmente homossexuais? Então porque perdem tempo a dar-lhes o rótulo? Não seria muito mais proveitoso olharem para o vosso interior e se compreenderem a vós próprios em vez de ficarem obcecados com a sexualidade dos outros e sobre se essa sexualidade se coaduna com a sua actividade profissional ou com a sua atitude perante a vida?
E se eu vos disser que há muitos mais homossexuais (masculinos e femininos) do que aqueles que vocês podem imaginar... isso vai afectar a vossa vida em quê?
Tudo isto para dizer que, com toda a certeza, não há só 1 ou 2 ou 3 ou... homossexuais que sejam jogadores de futebol. Mas os que são homossexuais preferem manter-se "no armário". Com toda a certeza a passearem (e a fazerem infelizes) namoradas vistosas... apenas e só porque isso é o esperado de um másculo jogador de futebol.

No meio disto tudo, eu não estou aqui a defender a homossexualidade.... eu estou a defender a FELICIDADE e a LIBERDADE de cada um ser aquilo que é.
É por isso que eu aceito e respeito quem me rodeia... tal como espero que quem me rodeia me aceite e respeite tal como eu sou.

Só para finalizar, vou procurar e ouvir (finalmente) a música da Conchita Wurst que ganhou o Festival da Canção... devo ser a única pessoa à face da terra que ainda não ouvi a famosa música.
(a sério que não me cabe na cabeça a polémica em torno de um drag queen, às vezes acho que vivo na Idade Média)

quarta-feira, 14 de maio de 2014

E de repente!

Mudam-se planos que já existiam há meses.

A vida é mesmo assim e é preciso manter a mente aberta.
(só é pena que essa mudança de planos não seja pelos melhores motivos)

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Pank

Acabei de descobrir que sou uma pank.

E o que é uma pank?

Pank é o acrónimo para "professional aunt no kids" e define mulheres na casa dos 30 que são tias afectivas (e que têm poder de compra para mimar os seus sobrinhos mas esta parte acho que podemos eliminar da minha definição... aliás podemos eliminar da maior parte das mulheres portuguesas).

Sendo que, eu tenho 2 sobrinhos biológicos e muitos afectivos... gosto de todos da mesma forma e mimo-os à minha maneira e consoante a minha disponibilidade, acho que me posso definir como pank com muito gosto!

Em modo serviço público de divulgação de cultura #94



Em modo serviço público de divulgação de cultura #93



segunda-feira, 5 de maio de 2014

Sabotagem

Há algo de errado no ar.

Olhando em volta percebo que as pessoas que me rodeiam estão tensas...  a questão principal é se elas próprias perceberam isso. Sinceramente acho que não. Tenho a sensação que sou a única pessoa que consegue detectar a tensão que existe e isso não me agrada.
Sinto que alguém me vai sabotar a minha vida. É um sentimento que vem cá do fundo e não consigo explicar porque existe.
Começo a olhar os outros com a desconfiança de quem não sabe o que lhe espera. Procuro no olhar alheio indícios de quem irá destruir o meu bem-estar e não consigo perceber quem o fará. Todos permanecem num clima de tensão insuspeito.

E assim se passam horas, dias, semanas, meses,... Eu em constante estado de alerta, os outros em clima de tensão perante mim.
Não baixo as barreiras que me separam de quem me envolve apenas porque não quero que nada de mal me aconteça.

Até um dia... até ao dia em que vi nos olhos de outrem a vontade genuína de querer transpor as barreiras construídas por mim. E foi aí que percebi que a tensão apenas era percepcionada por mim porque eu era a pessoa que a criava, eu era a pessoa que me queria sabotar e nunca foram os outros.
Esse foi o dia em que libertei um pouco a guarda.

sábado, 3 de maio de 2014

Evolução

(sim, estou no meio de uma insónia mas isso são outros quinhentos)

Andava eu aqui a tentar ver se durmo quando me passa uma publicação pelos olhos. Coisa para, aqui há uns tempos atrás, me deixar irritada e a largar impropérios por essa vida fora.
Qual não é o meu espanto quando, segundos depois dessa publicação me passar pelos olhos, eu percebo que aquilo não teve qualquer efeito sobre a minha pessoa. Nem sequer olhei duas vezes para a coisa!

Feliz, aliás MUITO feliz com a constatação! Só por isso a insónia já valeu a pena. :)

sexta-feira, 2 de maio de 2014