quarta-feira, 30 de abril de 2014

Voltei!

E a primeira pergunta que coloco é: mas que raio de tempo vem a ser este???

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Só para comunicar

Se eu deixar de dar notícias durante muitos dias seguidos (só um não que uma pessoa está de férias é para também sair da rede), mandem o piquete de salvamento!
Quem me mandou ir a uma aula (nova para mim) de ginásio na véspera de vir para fora???? Mas é claro que hoje nem sei como me consegui arrastar pelas ruas... Parece que afinal tenho músculos em sítios que desconhecia!

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Da minha banda sonora #70



(...) If I wanted someone to clean me up 
I'd find myself a maid 
If I wanted someone to spend my money 
I wouldn't need to get paid 

 If I wanted someone to understand me 
I'd have so much more to say 
I want you to make the days move easy (...)

Em modo serviço público de divulgação de cultura #92


Se estivesse disponível iria.... Fica para outra oportunidade!

Não sei

Não sei o que queres, como queres ou quando queres. Não sei o que o teu cérebro engendra quando estás embrenhado nos teus pensamentos. Não sei nada do que se passa contigo a nenhuma hora do dia.

Apenas sei o que eu quero e mesmo aí tenho dúvidas que me assolam todos os dias e todas as noites. Mas se me perguntares o que é... eu não te vou dizer com todas as letras assim como tu nunca me dizes.

Talvez no dia em que tu sejas completamente sincero comigo, eu também seja sincera contigo.
Talvez, não sei!

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Parado?

Por aqui isto anda parado mas isso só significa que "no mundo real" a coisa anda a 1000 à hora.
Por um lado é bom, por outro já parava um bocadinho... mas antes do fim do mês tal não vai ser possível!

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Vocês sabem?

Vocês sabem que a vida é uma bela duma m***a, não sabem?
Pois... acabei de ter a confirmação.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

terça-feira, 8 de abril de 2014

Para quem é um ávido leitor


NOTA: não estou a conseguir aumentar a imagem... por isso se quiserem ver o fluxograma com mais pormenor, descarreguem a imagem e divirtam-se a descobrir que clássico descreve a vossa relação. :)

Coisas que me fazem bem à cabeça

Saber que tenho escapadinhas programadas para Abril, Maio e Junho!

Há lá coisa melhor do que andar a passear (seja lá fora ou cá dentro).

segunda-feira, 7 de abril de 2014

A morte


Infelizmente, este fim-de-semana fui confrontada com a única coisa que temos certa que a vida nos reserva, a morte.
Entre colegas, acabamos a falar precisamente no tema que vem descrito na crónica que menciono: a morte e a internet.
Houve alguém que disse que iria escrever todas as suas passwords num caderno para, no caso de lhe acontecer alguma coisa, quem cá ficar possa eliminar o seu perfil nas redes sociais.
Não tenho qualquer intenção de fazer isso.... mas também não me agrada pensar que o meu perfil "social" irá perdurar para a eternidade. Acho que as redes sociais deveriam ter formas de possibilitar a comunicação da morte de alguém e, consequentemente, proceder ao cancelamento dos perfis existentes.
Não me parece que, tornar-se num cemitério virtual, seja benéfico para a própria rede social... seja ela qual for!

E agora que penso nisso, no meu perfil de Linkedin ainda tenho uma ligação de uma rapariga que morreu há cerca de 5 anos. Cada vez que vejo esse perfil penso na história dela e de como ela me marcou.
É bom ou mau? Sinceramente, não sei.... talvez seja apenas o relembrar de uma história triste que pode acontecer a qualquer um de nós. Talvez seja o relembrar que somos frágeis e efémeros enquanto a internet é algo que não consegue "perceber" qual o nosso estado a não ser que lhe comuniquemos. E comunicar a nossa própria morte é algo que ainda não somos capazes de fazer.

Familia

Tenho uma família que nunca mais acaba. Tios e primos e segundos primos e....
Bom, a coisa é tão complicada que nunca consigo contabilizar exactamente o tamanho da minha família (seja materna seja paterna). Já para não dizer que o facto de ter vivido a vida inteira geograficamente longe de todos também não ajuda.

Ontem recebi um convite de FB de uma pessoa.... a minha 1ª reacção (é sempre a minha reacção) foi "eu não conheço esta pessoa" mas abro o perfil para ver antes de responder. E vai daí, percebi que quem me tinha mandado o convite é uma prima minha. Filha de um primo direito (mas mais velha que eu, don't ask for details). Moça que eu já não vejo há..... sei lá, uns 15 anos (isto é uma estimativa muito estimada mesmo porque efectivamente não me lembro de quando foi a última vez que a vi)!!!!
Lembro-me de ser miúda e, quando íamos a casa dos meus primos, ir com ela e com os amigos para o café ou então ficarmos no quarto dela à conversa.

Resumindo, é uma pessoa por quem tenho carinho mas de quem, de certa forma, tinha perdido o rasto.
Por isso, obrigada FB pelo serviço público que estás a prestar-me! (não é a 1ª pessoa da família com quem reato contacto graças ao FB)

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Meiguice?

Já fui meiga, inocente, observadora, calma, introvertida,...

Já fui essas coisas todas... mas a vida decidiu que eu devia levar umas pauladas e eu decidi que havia de mudar.

Por isso agora sou bruta, explosiva, impaciente, desbocada,... (acho que a única palavra que se mantém na minha descrição é mesmo o "observadora", no meio deste turbilhão continuo a gostar de observar os outros)

Com tudo isto, a única coisa que sinto falta é de ser meiga com os outros. A questão é que acabei por criar uma carapaça que não quero transpor nem quero que os outros a transponham.

C'est la vie!

Espalha-brasas

Passei de ser uma moça recatada e praticamente sem "competências sociais" para ser uma espalha-brasas que não sabe manter a boca fechada!

Neste momento nem eu me reconheço!

terça-feira, 1 de abril de 2014

Papoilas da minha infância

Quando eu era criança, no terreno atrás da minha casa, havia um campo de papoilas. Era lá que eu e os meus irmãos passávamos as tardes a brincar. A correr, soltos como o vento.

Por vezes caíamos e magoávamo-nos. Nessas alturas a minha mãe, matriarca diligente e atenta aos seus petizes, vinha ao nosso encontro, sacudia a poeira que ficava nas nossas roupas e dava-nos um beijo na testa para aliviar as dores do ego.

O meu pai, patriarca sisudo e ciente da sua responsabilidade familiar, fazia aparições diárias para colocar na ordem a sua prole. Ele sabia sempre quem se tinha portado bem e quem tinha feito asneiras.
Ambos completavam-se na sua tarefa de educar os seus filhos. A minha mãe afetuosa e o meu pai omnipresente.

As manhãs que precediam as brincadeiras no campo de papoilas, eram sempre preenchidas com a aprendizagem das letras, dos números, da arte,… E o que eu mais gostava era das aulas de violino. Pegar aquele instrumento nas minhas mãos de criança e fazer com que dele saíssem sons maravilhosos, fazer com que as pautas ganhassem vida, fazer com tivessem uma dimensão extra. Tinha alturas em que as cordas magoavam os meus pequenos dedos… mas nada disso tinha importância alguma. O importante era tocar, tocar sempre… e adquirir toda a técnica necessária para cumprir com essa tarefa e, quem sabe, um dia tocar numa orquestra de renome.

E assim cresci, no meio das papoilas e dos beijos ao ego e de um pai omnipresente e de pautas que ganhavam vida no meu violino.

Cresci e tornei-me mulher. Esqueci os sonhos de ser violinista numa orquestra. O meu pai fez questão de me orientar para a organização da vida doméstica porque “essa era a tarefa da mulher” e a minha mãe (senhora que em tempos foi menina com sonhos iguais aos meus) nunca poderia insurgir-se contra a vontade de meu pai.

Tornei-me mãe e hoje sou eu a matriarca. Hoje sou eu que deixo os meus filhos correrem soltos ao vento e que lhes dou beijos quando se magoam… e sou eu que conto ao pai omnipresente como correu o dia dos petizes, para que ele saiba quem deve elogiar e quem deve castigar.
E depois de todos estes anos, depois dos meus sonhos de criança não serem mais do que uma vaga lembrança na minha memória, percebo que quem era omnipresente era a minha mãe e quem me guiou na direção contrária aos meus sonhos foi ela e não o meu pai.

Quero quebrar o ciclo. Quero que as minhas filhas sejam o que os seus sonhos lhes ditarem. Acima de tudo quero que elas sejam felizes e que se lembrem para sempre das papoilas que encheram a sua infância.


Só isto....

Mas porque raio não valorizamos aos autores portugueses? E quando falo em autores é mesmo no sentido lato da palavra... escritores, músicos, etc.
Entramos num qualquer espaço de venda de cultura e só se vê cultura anglo-saxônica (em grande maioria). Temos tanta gente com talento neste país e não valorizamos nada, nadinha! E depois, claro, andam os nossos na "rua da amargura" porque não conseguem fazer vida daquilo que mais amam na vida.

Triste, muito triste!

Do ginásio

Ontem consegui fazer (bem feitinhas), pelo menos, 8 flexões seguidas. Ok, foram flexões "de joelhos" (que são mais fáceis) mas, para quem não conseguia fazer nem 1 quando começou a frequentar o ginásio, a evolução é visível.
O próximo passo é passar para as flexões "nas pontinhas dos pés". :)