domingo, 28 de dezembro de 2014

Dicas de maquilhagem... um tanto ou quanto estúpidas! (pelo menos é essa a minha opinião)

Eu sou daquelas pessoas que gosta de um pouco de maquilhagem. Nada de exagerado!
No dia-a-dia, apenas uma base (que não pareça betão armado), um blush levezinho, um baton neutro, uma sombra que me sobressaia o verde dos olhos e rímel.
Para ocasiões especiais ou faço algo de diferente nos olhos ou escolho um baton mais marcante.

Não pretendo disfarçar ou corrigir imperfeições... apenas pretendo ficar com um aspecto polido e fazer sobressair o que tenho de mais bonito.

Por exemplo, no Verão, com a exposição solar, fico com sardas. Nunca tentei e espero nunca tentar disfarçá-las. Elas estão lá, são minhas e fazem parte da pessoa que sou. Ainda por cima no Verão opto por um creme hidratante com cor em vez da base por isso a cobertura é ainda menor.

Tudo isto para falar precisamente de sardas. Não há muito tempo lançaram um lápis para fazer sardas. E o meu pensamento é logo..... então mas antes as sardas eram um defeito a "remover" e agora são fashion? Tão fashion que até há quem as simule? Para mim isto faz tanto sentido como fazer sinais com lápis preto... ou pior! Colocar aparelho para separar os dentes da frente! Andaram os nossos pais a pagar aparelho para corrigirmos os dentes e agora há pessoal a pagar para fazer o contrário!
Agora que penso nisso.... eu era uma dessas pessoas que iria ter uma falha nos dentes da frente. Tinha nos dentes de leite (quantas vezes não ouvi dizerem que era por ali que saíam as mentiras) mas antes de nascerem os dentes definitivos fiz uma pequena cirurgia para cortar a pele que está entre o lábio superior e a gengiva.... eh voilá! nada de separação dos dentes definitivos.

Mas voltando ao lápis para simular sardas.... na minha modesta opinião, esta é mesmo uma dica de maquilhagem muito estúpida!

Nota de fim de post: só agora é que penso que, neste momento, eu sou uma pessoa com potencial muito fashion... juntando as sardas (que ainda tenho e que terei a vida toda) com os "dentes à mentirosa" (que tive até aos 6 anos). :D

sábado, 13 de dezembro de 2014

Odeio!

Odeio quem se aproxima demasiado quando estamos: na caixa multibanco, na caixa de supermercado, etc. etc.

Ontem aconteceu-me quando estava a carregar o bilhete de metro. 2 miúdas colaram-me a mim... aliás, uma delas até se encostou na máquina enquanto eu procedia ao pagamento.

Sabem qual é a vontade nessas situações? Perguntar se querem pagar por minha vez... cheira-me que, nalgum dia em que a disposição não seja boa, ainda me vai sair isso.
Se acontecer, depois venho cá contar o que se passou.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Imaginem ter uma ferida aberta.
Uma ferida que precisa ser limpa diariamente.
Imaginem que vos injectam água oxigenada nessa ferida.

Resultado: grito que se ouviu na receção e deixou atónito quem não estava dentro da sala nem sabia o que lá se estava a passar.

Ah! E só para acrescentar... estive uns 5 minutos a hiperventilar!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Doida! Tenho a anunciar que estou doida!

O grande problema é mesmo eu estar com muito tempo livre nas mãos. Isso faz com que me ponha a fazer planos e planos....

E agora acabei de decidir que em 2016 vou fazer uma viagem costa-a-costa nos Estados Unidos. Será que começo em Nova Iorque ou em Los Angeles? Vou de carro? De comboio? De avião? 3 semanas é capaz de ser suficiente... ai! Decisões, decisões!

PS - quem se quiser juntar, que me contacte e começamos já a pensar no caso.
PSS - este plano só não será concretizado em 2015 porque para esse ano já tenho um plano em mente que me vai ocupar grande parte das férias.

sábado, 29 de novembro de 2014

Línguas de gato

Esse é o sabor da minha infância... e é a ele que recorro quando preciso de uns mimos extra.

A minha salvação é que existe sempre um pacote deste "doce" na despensa da minha mãe. Hoje já houve "ataque". O estômago agradeceu...

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Vícios

Só tenho a dizer-vos que ele há com cada vício...

Cheguei à pouco mais de 24 horas de umas férias fantásticas. Adicionalmente, este ano tive a sorte de viajar para 2 capitais europeias em Abril e Maio.
E neste momento estou a navegar em sites de viagens e a sonhar (verdadeiramente a sonhar já que tenho consciência que no próximo ano vai ser muito difícil fazer aventuras) com a próxima viagem que irei fazer!

É certo que é um vicio saudável.... mas irra que é caro para burro! Assim não há condições...

Pergunta do dia:

"Estás morena?"

Estou "café com leite"... mas o facto de não ter apanhado nenhum escaldão foi uma grande vitória!

(posso voltar para lá?)

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Começo a parecer um disco riscado

Cada vez que um profissional de saúde vê as minhas análises ao sangue, seguem-se sempre as mesmas recomendações:

* tem de comer menos carne e mais peixe,
[sendo que apenas como carne branca, no máximo, 1 vez por semana... quer que corte onde?]

* não deve comer enchidos,
[ora a parte em que eu disse que apenas como carne branca caiu onde? saco roto? não vou afirmar a pés juntos que NUNCA como enchidos... mas se lhe disser que é 1 vez por mês já estou a ser generosa]

* não pode comer muitos ovos,
[no máximo 3 ovos cozidos por semana parece-lhe excesso?]

* reduzir no queijo e na manteiga,
[não tenho "ordens" para comer queijo... mas uma vez por outra como um pouco de queijo. e devo comer manteiga 2 vezes por semana, ao pequeno-almoço.... parece-lhe muito?]

* deve reduzir nos doces
[este é um problema na altura pré-menstrual.... mas é mesmo só nessa altura. no resto do mês consigo controlar bem com chocolate preto. agora descobri um no Lidl com 80% de cacau que é uma delicia]

Já experimentei várias "dietas" e esse valor não mexe por mais saudável que o meu estilo de vida e dieta sejam.
Até posso dizer que a única vez que me lembro que esse valor esteve normal foi numa altura em que eu estava com uma alimentação HORRIVEL.

Agora que escrevi este post... vou copiar o seu link e levá-lo comigo sempre que for ao médico. Assim evito esta sensação de disco riscado.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Só para que fique registado....

Por causa deste post e da actual situação com a Renée Zellweger, quero aqui esclarecer que eu não fiz nenhuma operação plástica, ok?

Eu sei que a Renée também veio dizer que não fez.... mas com as alterações que ela tem, desculpem mas estou no meu direito de não acreditar.

Antes
Depois

[fui buscar uma foto do antes onde ela até está magra e, parece-me, ainda não tinha feito alterações... há muitas fotos que, nitidamente, foram "intermédias"]

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Dias

Há dias em que, sem percebermos muito bem porquê, parece que custa até para respirar.
Ouvir o despertador tocar, pegar nele para o desligarmos, mexer os pés e as pernas para sairmos da cama... só com estes pequenos movimentos temos a sensação de que estamos a tentar mover uma montanha que não mexe nem um milímetro.
Nestes dias há que combater a inércia e levar a vida sem pensar no que não nos apetece fazer... sem pensar que preferíamos passar o dia sem levantar a cabeça da almofada.

Depois há os dias em que temos a energia em alta e tudo nos parece fácil de concretizar. Temos pressa e vontade em fazer todas as tarefas que nos propõem e que nós mesmos nos propomos.
Temos força e somos capazes de nos fazer levar ao limite das nossas capacidades físicas e mentais.

Quando nos deparamos com um dia como o descrito em primeiro lugar... há que pensar que os dias seguintes serão como os segundos!

Previsível!

Digo a uma amiga que estou a ver uma determinada série como introdução para lhe fazer um comentário....
Sem ter tempo de fazer o comentário, ela responde de volta "gostaste do L.!"

Fogo! Sou mesmo previsível! (sim, porque gostei mesmo do L.)

domingo, 19 de outubro de 2014

Numa espécie de descubra as semelhanças

Agosto 2010

Setembro 2014

Valham-nos os registos fotográficos para conseguirmos perceber as mudanças que ocorrem ao longo do tempo... Ver a foto de 2010 faz-me quase dizer que aquela pessoa não era eu! Mas a verdade é que sou.

Conseguem perceber que até o formato da cara é diferente???? :S

[Rui, desculpa ter usado uma foto em que estou contigo mas as últimas fotografias que tirei foram mesmo as do teu aniversário...]

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Paixões

Sou aquilo que se pode chamar de "late bloomer". Depois dos 30 descobri que tenho paixões que estavam adormecidas. Só me dei conta disso quando sacudi a poeira do esqueleto e comecei a mexer-me.

Uma dessas paixões. Aquela que me faria deixar tudo para trás (se tivesse condições para o fazer) é o teatro. Se me dissessem que me pagavam os estudos, comprava hoje a viagem para Londres.... mas a vida não é assim. Ah! E complementava os estudos de teatro com o canto. Bolas! O que eu gosto de cantar e só descobri já tão tarde. *snif*snif*

A minha segunda paixão (mas esta é mesmo hobby) é a cozinha. Gosto de inventar pratos com os ingredientes que me saem do frigorífico. Ficam sempre feios que até mete dó.... mas saborosos! Ui, ui! Acho que, no dia em que tiver de dividir casa com alguém (se é que algum dia isso vai voltar a acontecer), vou ter um grande problema nessa área.... é que aquilo que eu gosto não é do agrado da maior parte das pessoas. Neste momento estou com um tipo de alimentação que será difícil de conjugar... principalmente se a outra pessoa tiver um gosto muito tradicional.
Aqui, provavelmente, também vem ao de cima a minha alma de química! Gosto de combinar sabores improváveis.

A minha terceira paixão é o exercício físico. E não estou a falar de yoga, pilates ou coisas paradinhas (atenção, não estou a desvalorizar... aliás, sei muito bem que me fazia falta qualquer coisa destas para melhorar a flexibilidade).
Estou a falar de cycle, combat e coisas que tais.... Hoje, ao fazer a aula de combat, dei comigo a pensar que gostava mesmo de fazer uma aula de porrada à séria! E foi aí que percebi que quem me conheceu na adolescência (onde eu tinha aversão ao exercício físico) com toda a certeza que não me iria reconhecer no ginásio que frequento.

É impressionante a reviravolta que as nossas vidas podem dar... e as descobertas que podemos fazer sobre nós próprios.

domingo, 5 de outubro de 2014

No meio do azar...

... tive alguma sorte (muita sorte seria se o senhor simpático tivesse sido um doce e deixado os meus documentos disponíveis para me serem devolvidos).
Como estou a tratar de ter umas férias de dolce fare niente bem longe das terras lusitanas, tirei o passaporte a semana passada. Ou seja, pelo menos tenho 1 documento oficial que eu sou Sofia e não uma Maria qualquer a fazer-se passar por mim. (espero que isso seja suficiente para tirar os novos documentos).

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Se calhar preciso mudar qualquer coisa....

O corpo dá sinais de que há algo de errado e precisa de ser mudado há muito tempo. O grande problema é que a cabeça não o acompanha e acha sempre que pode fazer mais qualquer coisa. Por isso vamos tentando sempre superar mais e mais e mais.

Até ao dia em que percebemos que não pode ser assim. Se esticarmos um pouco mais a corda ela vai partir e nós vamos cair redondos no chão.

Esse é o dia em que deixamos de querer saber. Temos de olhar para o nosso próprio umbigo e deixar de pensar no resto. Mais ninguém vai sequer considerar o estado em que o nosso umbigo se encontra... por isso o melhor é que cada um trate do seu.

E sabem o que vos digo? Eu vou tratar do meu!

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Ode ao senhor simpático com quem me cruzei algures entre as 21h e as 00h da noite de hoje

Compreendo que toda a situação fosse muito apetecível. Que o senhor foi tentado e as suas mãos não aguentaram a tentação. 

Mas sabe o que lhe desejo seu c*brão, filho da p*ta?
Desejo que se engasgue (e não tenha assistência médica) com a m*rda dos €20 que me subtraiu.... não pela quantia em si mas pela p*rra da chatice a que obrigou!

E a quem achar que estou a ser excessiva.... experimentem serem roubados e terem de cancelar todos os cartões bancários que têm (mais os custos que isso acarreta) juntando a isso todos os documentos (cartão do cidadão, carta de condução, etc.) que possuem. "Percam" horas de sono na esquadra da policia a fazer queixa e a fazer o cancelamento de todos os cartões possíveis e imaginários.
Só depois disso é que podem dizer se estou a ser ou não excessiva.

Já agora, por via das dúvidas, já espalhei sal grosso na porta de casa.... estou farta de mau olhado!

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Duelo interno

As pernas gritam "NÃO CONSIGO!"
O cérebro sussurra "claro que consegues..."

Quem acham que saiu vencedor?

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O melhor do meu dia #7


Hoje (tecnicamente já foi ontem) fui a uma aula do ginásio que frequento. Ultimamente tenho sido pouco assídua na minha frequência desse espaço.
Primeiro porque estive (muito) doente e as mazelas físicas foram demasiadas. Quando regressei a essas lides custou-me horrores!
Segundo porque estive ocupada com a "minha aventura" na Viagem Medieval.

Resumindo, tenho voltado aos poucos e quase sempre sem grande fôlego, vontade, alento, etc. Mas tenho-me obrigado a ir sempre que possível.

Mas hoje foi O dia! Hoje foi o dia em que me senti novamente EU. Em que consegui puxar e puxar e puxar, em que me deu gosto perceber que já não estou descoordenada (sim, por vezes engano-me mas isso é porque não consigo decorar os passos), em que fiz tudo queixando-me e parando apenas porque sim (eu sou uma tonta) e não por não estar a conseguir acompanhar.

Quando é que percebi como estava bem? Quando estava a fazer flexões (tendo noção que me estava a levar ao limite), olhei para a minha imagem espelhada e o meu único reflexo foi sorrir! Esse foi o momento em que percebi que estou no bom caminho... afinal há mais de 2 meses que eu não fazia uma aula em que me sentisse tão bem! 
Suada e ofegante, mas bem!

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Eu sei

Eu sei que estou a fugir.
Eu sei que fujo numa base diária mas não consigo encarar a realidade de frente e "dizer-lhe" que não quero mais ser assim. Há momentos demasiado dolorosos e eu sei que deviam ser enfrentados mas que simplesmente não consigo.

Mas porque é que as datas difíceis têm de ser todas juntas? Será que se fossem espalhadas no ano não seria mais fácil de as encarar?

Talvez não... talvez assim seja melhor porque o sofrimento acaba por ficar enclausurado num determinado período de tempo.

Pode ser que haja um dia em que esta altura do ano deixe de ser dolorosa. Pode ser que eu consiga tornar a olhar para o meu aniversário com alegria e sem ter aquela sombra sempre presente.

(texto escrito algures no final de Junho/ inicio de Julho)

terça-feira, 19 de agosto de 2014

O melhor do meu dia #6


Podia ter dado importância a isto quando aconteceu a 1ª vez... mas estava em plena Viagem Medieval e não liguei muito.
Podia ter dado importância quando aconteceu a 2ª vez... mas foi num jantar antes deste último fim-de-semana fantástico e acabei por colocar isso em último plano.

O certo é que dei importância hoje! Porquê? Porque foi a 3ª pessoa que me fez exactamente a mesma pergunta no espaço de pouco mais de 1 semana...
E a pergunta é: "Sofia, está(s) mais magra?".

O certo é que efectivamente não sei... mas até acredito que possa estar.
Há uns tempos consultei uma nutricionista sendo que o objectivo nunca foi emagrecer mas sim aprender a comer! Sabia que estava a fazer erros que nunca mais acabavam mas não sabia como devia proceder para os combater. Esse foi o objectivo que me levou lá.... se no entretanto melhorar o meu aspecto físico (e os outros repararem e elogiarem), ainda melhor! :)

Apesar dos nossos defeitos, precisamos conseguir perceber que somos pérolas únicas no teatro da vida e entender que não existem pessoas de sucesso e pessoas fracassadas. O que existem são pessoas que lutam pelos seus sonhos ou desistem deles.

Augusto Cury
 

Changes

A vida muda quando menos esperamos.
Andamos tempos e tempos a fio a viver a vida sem nada de novo, sem algo que faça uma grande diferença no dia-a-dia para, quando menos esperamos, haver algo que serve de rastilho e que faz com que tudo mude.

Todos os planos que foram elaborados até essa altura são colocados em causa. O tempo passa a ter outra dimensão.
Tudo porque houve algo que mudou, seja esse algo bom ou mau. Isso não importa! O importante é que a vida siga o rumo que deve seguir... mesmo que para isso seja necessário alguma mudança no caminho que estamos a seguir.

Por vezes pensamos que estamos no caminho certo... mas a vida (através da mudança) trata de nos mostrar que essa não é a verdade. E somos interrompidos na nossa "viagem" para que possamos ver que existem outros caminhos, provavelmente mais adequados à nossa pessoa.

Espero que tenham uma "boa viagem", cheia de mudanças!

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Obrigada!

Quero aqui publicamente agradecer ao grupo de teatro Ten_tart pela oportunidade que me proporcionaram de participar na Viagem Medieval de Santa Maria da Feira.
Foram 2 semanas fantásticas! Em que a minha única pena é não ter conseguido disponibilidade para estar convosco mais tempo...
Adorei conhecer-vos, a vós e aos voluntários.
Adorei a "minha" louca. Tive a oportunidade de fazer algo que me preenche e ainda ouvi os maiores elogios de quem me viu.

Só é pena que hoje tenha este sentimento de vazio no peito. Parece que estas 2 semanas foram irreais e só aconteceram na minha imaginação... apenas porque agora já não tenho a viagem para me preencher o final do dia. Mas o vazio do peito ficou cá.

Por isso, se não for antes, em 2015 encontramo-nos em Santa Maria da Feira!

domingo, 10 de agosto de 2014

Feliz

Sou imensamente feliz quando faço coisas que gosto (quem não é?).
E nos últimos dias tenho feito algo que gosto muito... participei (e hoje ainda vou participar) na animação de rua da Viagem Medieval em Santa Maria da Feira.

Integro os voluntários do grupo de teatro TEN_TART e fazemos a representação da ralé, a classe mais baixa da sociedade da época medieval.
Adoro a minha personagem. (Não vos vou dizer qual é porque hoje ainda a podem ir ver e não vou estragar a surpresa.)
Como devem imaginar, o impacto visual não é o melhor.... tanto em crianças como em muitos adultos.
Mas ontem tive a surpresa da viagem! Ontem,enquanto estava na praça que nos foi incumbida, reparei numa menina (talvez dos seus 3 anos) que olhava para mim. Levantei-me como habitual nessas situações, ofereci-lhe algo (coisa que faço para tentar minimizar o impacto da imagem) e ela veio dar-me um beijo (e ainda me fez festas na cara e nas mãos). Assim, sem qualquer rasgar de receio ou repulsa. E eu fiquei tão feliz (e surpresa) por aquela pequena menina ver mais em mim do que muitos adultos viram durante todos estes dias..

Por isso, estas palavras dedico-as a essa linda menina que tanto me surpreendeu: espero que mantenhas a tua essência magnifica o resto da tua vida e que sejas sempre muito feliz!

PS - estou a escrever estas palavras com lágrimas nos olhos... sim, aquela pequena tocou mesmo o meu coração.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Ausência

A quem ainda passa por aqui... não, não fui de férias! Aliás, as minhas férias ainda estão tão longe que nem quero pensar nisso.
Também não estou doente. Ou melhor, não estou com a saúde a 100% mas nada que me impossibilite de levar a minha vida de forma +/- normal (como me aconteceu há 1 mês atrás).

Simplesmente ando tão atarefada e sem tempo para nada... que quando me ligo à net acabo por fazer outras coisas e relegar a escrita (e consequentemente, o blog) para último plano.

Por isso, não prometo nada! Vamos vivendo 1 dia de cada vez e depois logo se verá como as coisas correm. :)

Kiss kiss my friends!

[já agora, em jeito de actualização, neste momento tenho 10 rascunhos em "carteira"]

sábado, 26 de julho de 2014

Da minha banda sonora #74



Da minha banda sonora #73


Do ginásio!

Por vezes tenho a sensação que, para além de ir desgastar o corpo, vou para o ginásio aprender a contar ao ritmo da música!
 
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8
1, 2, 3, 4
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8
1, 2, 3, 4
 
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 6, 5, (pronto já me perdi vamos lá retomar outra vez)
16, 15, 14, 6, 7, 8, (já fui outra vez)
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16 (yeaaahhhhh! desta vez consegui)

Compras online

Aqui há uns tempos comprei um artigo num site estrangeiro. Dava um determinado dia como data prevista para a entrega. 1 dia ou 2 antes da entrega recebi a informação de que não seria possivel cumprir com a data prevista... pelo que me ofereciam um vale de desconto no valor de $5 (sendo que o valor do artigo foi inferior) para me compensarem pelo atraso na entrega.
 
Há pouco tempo comprei um outro artigo num site português. Chegou a data prevista para a sua entrega e a encomenda ainda se encontrava com o estado "a processar". Entrei em contacto com o site e foi-me dito que tinha havido um imprevisto e a entrega estava atrasada. Passou uma semana e não recebi mais nenhum contacto por parte do site.
Tornei a entrar em contacto a solicitar informações e foi-me transmitido que imprevistos acontecem e não querem defraudar ninguém. Aqui já me perguntaram se eu queria a devolução do valor (mas eu também dei a entender no contacto que queria a situação resolvida).
 
Eu não estou a dizer que alguém me quisesse enganar... mas sendo que houve um atraso da parte do site (no outro o atraso foi mesmo no transporte) e ninguém se dignou sequer a entrar em contacto para dar uma satisfação que fosse, confesso que não gostei da atitude! [ainda por cima ao verificar o histórico de contactos verifiquei que isso já me tinha acontecido no inicio deste ano... mas o artigo acabou por chegar pouco depois]
Por isso, depois não me venham dizer que não se dá a oportunidade aos portugueses e que só queremos coisas estrangeiras.
O problema é que os portugueses não sabem lidar correctamente com os seus clientes de forma a promover a fidelização... enquanto os estrangeiros são eximios nisso!

segunda-feira, 21 de julho de 2014

L., this one is for you!

Quem tem amigos assim, tem tudo!

És uma croma mas eu gosto da tua cromice, 'tá bem?

*chuack*chuack*

É hoje!

:)

Das leituras

Sou uma ávida leitora.
Sempre fui e sempre serei, embora tenha alturas de menor vontade (por exemplo, neste momento estou a passar por uma fase em não me apetece fazê-lo).

Gosto de vários estilos... mas um que me cativa particularmente é o "romance histórico".
Vários são os autores que o escrevem mas, como em tudo, há alguns melhores que outros.
Um autor que me cativa particularmente é o Ken Follett.

Desde que li o Pilares da Terra que sou fã. Não li todos os seus livros (nem para lá caminho... é que o homem é uma máquina que escreve livros à velocidade da luz e eu descobri-o já "tarde") mas de vez em quando lá vem mais um livro dele para encher a minha estante.

Em Setembro de 2010, este autor lançou o 1º livro de uma trilogia: o Fall of Giants (perdoem-me os puristas mas este li-o em  inglês por isso o título tem de ser na versão original).
Ficou a promessa que em Setembro de 2012 seria lançado o 2º e em Setembro de 2014 o 3º.
A promessa foi cumprida e eu corri para as prateleiras da livraria no dia do seu lançamento. Mais uma vez li o Winter of the World em inglês.

E hoje lembrei-me que o lançamento do 3º livro está para breve. Já fui ao site oficial e o 3º e último livro da trilogia do Século (Edge of Eternity) será lançado no dia 16 de Setembro.
Sendo assim, tenho de reler os anteriores em preparação para o dia do lançamento... e já vou marcar esse dia na minha agenda! Podem ter a certeza que nesse dia vou correr para as livrarias!

quinta-feira, 17 de julho de 2014

O melhor do meu dia #5

(de ontem)

Conhecer uma pessoa. Tomar um café. Ter uma conversa interessante.
Just that!
Os prazeres não se medem em quantidade mas sim em qualidade.

Desilusão!

Quando fui a Londres, tive de ir à loja de M&M's. Ia com o intuito de provar estes pequenos chocolates que "derretem na boca mas não nas mãos" de diferentes sabores.
Qual não foi o meu espanto quando percebi que não tinham grande variedade. Os mais diferentes do habitual que lá encontrei foram as variedades "crunchy" e "chocolate preto com amendoim". Gostei bastante da 2ª mas não era assim tão diferente do habitual.

Resumindo fiquei muito desiludida com a loja.... era só merchandising e pouco chocolate! :P

No outro dia andava na baixa do Porto e entrei na loja com produtos americanos que existe por lá.... e lá encontrei M&M's de vários sabores!!! Confesso que não comprei nenhum porque nesse dia estava tão mal disposta que não me apetecia sequer pensar em comer... mas fiz a promessa a mim mesma que vou voltar para comprar um pacote (dos pequenos) de cada sabor que eles lá têm.

domingo, 13 de julho de 2014

Rituais religiosos

Já que tenho tenho o arraial montado aqui por estas bandas, hoje durante a tarde decidi sair de casa para ir ver as vistas.

Saí de casa...dei uma volta pela feira (é mais pequena do que estava à espera) e dirigi-me à igreja. Como nunca lá tinha entrado (sim, moro a escassos metros de uma igreja e nunca lá tinha entrado) pensei que seria uma boa oportunidade se a porta estivesse aberta.
Ao ir nessa direção percebi que iria estar aberta de certeza! Estavam a organizar uma procissão.

Vários andores na rua, muita gente....

Não liguei grande coisa... segui a minha vidinha e entrei na igreja.
Nada de mais a registar.... É simples como eu gosto.

Ao sair da igreja, como esta fica num alto, percebi melhor o que se estava a passar. Estavam a montar a procissão. Havia um entroncamento, de uma rua vinham os andores da outra rua vinham os figurantes vestidos a preceito. Havia anjinhos, nossas senhoras, Cristo, etc. até um mini-cardeal!
E ali fiquei... a observar aquele ritual. Só conseguia pensar na quantidade de dinheiro que foi esbanjada para montar tudo aquilo... porquê? Porque a igreja  católica continua a insistir nestas demonstrações vãs em vez de colocar em prática os ideais que, supostamente, são a sua base?
Fiquei até ao finalizar da procissão. E, para mim, essa foi a pior parte! No fim ia (presumo) o pároco da igreja. Ricamente vestido e na sombra de um estandarte seguro por, pelo menos, 6 pessoas (mas qual membro da realeza se passeava por aquela rua) e rodeado por mais umas quantas beatas.
Presumo que aquela figura que vi hoje seja a que, próximo do Natal, se lembrou de pedir a oblata. Só tenho a dizer que cada vez menos simpatizo com essa figura!

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Eh pá! Mais nada?

Agora são os aparelhos electrónicos à minha volta.

Há uns dias o telemóvel começou a passar-se! Não me deixava abrir umas mensagens... lá o desliguei e tornei a ligar e a coisa foi ao sitio.
Ontem foi o portátil de casa. Começou a passar-se! Não me deixa fazer 2 coisas diferentes ao mesmo tempo ou fica lento lentinho. Tentei (novamente) a técnica "on/off" e não adiantou... já ando a pesquisar máquinas novas mas ainda vou deixar passar uns dias para ver se aquilo atina.
Hoje é o computador do trabalho... estou a escrever e as letras só aparecem "meio ano" depois.

Arre!

Leiam!


Gostei especialmente do #7!

terça-feira, 8 de julho de 2014

Hoje voltei!

Hoje voltei ao ginásio depois de 3 semanas parada... e ainda sem saber muito bem quais as limitações que as minhas questões físicas me podem trazer. (obrigada ao instrutor que no inicio da aula me veio perguntar se eu estava com alguma limitação... é fácil perceber quem anda atento)

Fiz a aula conforme pude e sem pensar em me levar ao limite! Hoje não era o dia para me levar ao limite... hoje apenas me queria mexer!
Passados 15 minutos da aula ter começado, eu já estava a olhar para o relógio. Estava ofegante e sentia-me completamente descoordenada. O instrutor dava um pontapé e eu simulava um murro, só para perceberem o quão lento estava o meu cérebro.
Fiz os quase 60 minutos. Parei muitas vezes por não saber a quantas andava... mas não importa! Levantei o rabo e "fiz-me à vida". No fundo, isso é que é o importante... o resto logo virá!

Planos, plano, planos

Eu sou moça de planos.... gosto de pensar com antecedência sobre o que vou fazer. Planeio os meus tempos livres, por vezes, com meses de antecedência. Mesmo que depois as coisas não saiam direitinho como eu as planeei... isso não me chateia por aí além.

Mas francamente! Isto no últimos tempos tem sido simplesmente demais! É que não estamos a falar de alterações de circunstância... estamos a falar de ter de CANCELAR tudo o que tinha planeado. Vezes e vezes sem conta.

No próximo fim-de-semana estava a pensar simplesmente ficar no relax. Descansar, apanhar um solinho (se o S. Pedro deixar) e mexer pouco  mais que uma palha.
Hoje, ao chegar a casa, percebo que isso vai ser impossível! Hoje percebi que estão a montar os enfeites, as barracas de farturas, pipocas, algodão doce, cachorros e tudo o que puderem imaginar. Imagino que uns metros à frente já devem estar a preparar o palco....
É que este fim-de-semana é o arraial cá da terrinha e adivinhem onde é que o "circo" é montado.
Pois, acertaram! Bem em frente ao meu prédio! Lembro-me que o ano passado, durante a noite, eu nem conseguia ouvir os meus próprios pensamentos dentro de casa....
Acho que já deu para perceber que os meus planos de descanso já foram pelo ralo abaixo!

Chiça que até para descansar é preciso ter  sorte!

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Da minha banda sonora #71


Séries

* sempre que vejo Cult fico com a sensação que é o parente (muito) pobre de The Following (que continua simplesmente fantástica);
* Resurrection baseia-se na Les Revenants mas a história é diferente (e ambas são igualmente boas);
* eu gostava muito de Glee... agora acho que está tão aborrecido (ok, já deu uma reviravolta.... mas aquele tipo de série não pode depender do elenco. a continuar assim não dura muito mais tempo);
* as 2ªs temporadas de Bates Motel, Orphan Black e The Americans estão fabulosas!

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Finalmente!




Foi preciso chegarmos à celebração do episódio 100 para me porem outra vez a cantar!

Já disse que não gosto de tomar medicamentos?

Lembram-se da 2ª dose de antibiótico que eu estava a tomar? A tal que era a 3ª dose do ano?

Ainda não a terminei e já tenho outra dose em cima da mesinha de cabeceira! Arre que é preciso ter sorte!!!!

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Quem nasce lagartixa nunca chega a jacaré

Ao fazer uma ronda por vários blogues (uns mais conhecidos que outros) chego à conclusão que há por aí muita lagartixa que quer ser jacaré à viva força.

Pelo menos eu sei que sou minhoca (nem lagartixa me considero) e não quero mudar isso...

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Rendida!

Em primeiro lugar quero dizer que acho este homem lindo. Sempre achei... desde que ele começou a ser conhecido (se não me engano num daqueles reality shows que pupulavam a grelha televisiva da altura).
Mas eu não sou daquelas pessoas que baba com os famosos... por isso, sei que ele andou a fazer umas coisas em televisão (nem sei muito bem o quê) e sei que se tornou apresentador do Querido, mudei a casa (acho que ainda é).

Por isso, a minha reacção quando me deparei com este vídeo, o comecei a ver e percebi que ele é autor de livros e life coach foi WHAAAAAAAAAAATTTTTTT!!!???


Em segundo lugar, aquela voz.... meu Deus, aquela voz! (pronto, este ponto acabou aqui)

Em terceiro lugar, bastou-me ouvir os primeiros segundos para perceber que ia gostar muito da resposta do Gustavo. Porque concordo em pleno. Porque a primeira pessoa que devemos amar e respeitar é a nós próprios... e, sendo assim, não faz sentido nenhum "esperar pelo amor". O amor tem de estar sempre connosco! Todos os dias e a todas as horas.

E pronto, este homem que, como já disse, sempre achei lindo... neste momento subiu muito a parada cá por estes lados.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Desânimo

Hoje desanimei....

Porque não somos de ferro todos os dias, a todas as horas. Também há momentos em que o desânimo vence e acabamos a deixar-nos levar naquele que sabemos não ser o caminho a seguir.

Amanhã virá uma dose reforçada de força. É disso que preciso por estes lados. Preciso de força para aguentar todas as vicissitudes que me estão a encravar o normal funcionamento da minha vida.
Se eu já sobrevivi a tantas outras coisas não é isto que me vai ceifar a vontade de seguir em frente. É apenas um abanão. Amanhã o sol volta a nascer e com ele virá uma dose reforçada de vitalidade... Eu sei que será assim!

sábado, 28 de junho de 2014

Diga 33!


Pois é verdade, cheguei à idade de Cristo!

[achei que a imagem ilustra bem as minhas últimas semanas]

sexta-feira, 27 de junho de 2014

O que eu queria?

Mas assim mesmo mesmo o que eu queria?

Ter saúde!
(já sei, falo de barriga cheia porque não tenho nenhuma doença grave ou incapacitante)

Passei o Inverno inteiro a apanhar e a curar gripes fortes, com direito a febre e calafrios e o raio.
No inicio de Março tive uma infecção na garganta que me obrigou a tomar antibiótico (coisa que é raro eu precisar).
Neste momento estou a tomar a 2ª dose de antibiótico (3ª do ano) no espaço de menos de 2 semanas. Sendo que a 2ª infeção (que estou a combater agora) se desenvolveu enquanto eu estive a tomar a 1ª dose de antibiótico.
Estou de cama porque ou eu curo muito bem esta infecção ou arrisco-me a desenvolver uma outra patologia... daquelas bem chatas e com um fim pouco agradável, e para isso já me bastou o sofrimento por que passei esta madrugada!

Por isso, sim! Eu sei que há gente a batalhar contra doenças muito graves!
Mas o meu desejo de hoje era só ter saúde (e paz e sossego...)!

quinta-feira, 26 de junho de 2014

Escrever

5 rascunhos... 5!
Sendo que tenho muita coisa que escrevo sem intenção de publicar (e esses normalmente escrevo num caderno que me acompanha em determinadas situações) e onde também sei que tenho textos inacabados.

E tempo para pensar nos assuntos? E disposição para escrever? E inspiração?
Acho que os rascunhos não vão sair desse estado nos próximos tempos... aliás, acho que a tendência é para acumular cada vez mais.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Era uma bomba à espera de rebentar

Na última toma de antibiótico troquei os comprimidos e tomei outro. Por acaso esse era para ser tomado daqui a 1 hora.
Olha, agora já foi!

Oh meu S. Pedro!

Será que é preciso que te faça um recado do estilo do que fiz o ano passado?

Faz favor de rever a meteorologia para o próximo fim-de-semana antes que eu me zangue a sério contigo!

terça-feira, 24 de junho de 2014

Detesto!

Quem lida comigo de perto sabe que odeio tomar medicamentos.... Sou capaz de aguentar uma dor de cabeça apenas porque acho que não justifica estar a encharcar-me em comprimidos. Adio a toma de tudo o que puder adiar o máximo de tempo possível.

Por isso, sentir-me como uma farmácia ambulante desde há cerca de uma semana é coisa para me dar nos nervos e baralhar-me o sistema.
Estou de tal forma que dou verdadeiras graças a Deus por existir uma coisa chamada "alarme de telemóvel" que me lembra à hora certa qual o medicamento que devo tomar... claro que também tenho as dores que, entre tomas, me lembram que tenho de tomar o medicamento SOS (ainda não houve toma nenhuma em que o tenha dispensado para grande desgosto da minha parte).

E é assim que ando a poucos dias de fazer anos... a minha esperança é que isto melhore antes do fim-de-semana.

Sabores de Verão

2 iogurtes magros sabor morango
3 bananas congeladas
8 morangos congelados

1/2 vagem de baunilha
1 colher de chá de mel
1 mão cheia de mistura de framboesas e amoras
3 colheres de sopa de aveia triturada (reduzida a pó)

2 colheres de sopa de sementes de chia trituradas

Colocar os iogurtes no congelador até ficarem congelados (1 hora). 
Quando os iogurtes estiverem congelados levam-se à liquidificadora juntamente com as bananas, os morangos, a vagem de baunilha, o mel, a aveia e as sementes de chia. Tritura-se tudo até obter uma mistura cremosa e consistente.
No final envolvem-se as framboesas e amoras nesse preparado e leva-se ao congelador em forminhas de gelados.
Ficam super cremosos, muito leves, mesmo bons.


A receita original (e transcrita na integra), foi retirada daqui.

Fiz com algumas alterações (sem vagem de baunilha, sem framboesas ou amoras e com iogurtes de soja) mas ficou imensamente saboroso (ou pelo menos assim me pareceu... dentro daquilo que as dores e o inchaço permitem) tal como imagino que o original deva ficar.

Ainda gostava de saber

Um dia gostava de perceber porque fico quase sempre doente na altura do meu aniversário.

Agora? Agora vou encharcar-me em medicamentos para ver se as dores não são muitas e se o inchaço diminui.

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Há alturas em que parece que tudo se acumula, não temos tempo para nada e, só para cúmulo, as coisas não dão certo a 100%.

É assim que ando nos últimos tempos... Por isso, hoje tenho fé que este fim-de-semana vai ser o virar da página. É a partir de hoje que as coisas vão deixar de dar problemas e que, lentamente, tudo se vai conjugar da melhor forma.


É com este sentimento de renovação que vos deixo hoje!
Desejo-vos um resto de sexta-feira fantástico e um fim-de-semana ainda mais maravilhoso!

Ao ler o que escrevi

Ao ler o que escrevi neste post, verifico que escrevi "foi um processo (...)".
Ou seja, estou a escrever sobre este assunto conjugando os verbos no passado.

Não, não foi intencional. O texto saiu de forma muito natural sem eu reflectir muito sobre, neste caso, os tempos verbais.
O facto de escrever no passado significa que é aí que se encontra toda a situação e isso só me pode deixar feliz por ter conseguido avançar com a minha vida sem aquela sombra a pairar sobre a minha cabeça.

Em modo serviço público de divulgação de cultura #99


Mais informações aqui.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

What We Believe Changes Who We Are


Recomendo vivamente a leitura do texto indicado.
Confesso que gosto bastante de ler o que o Seth escreve. Pode parecer simples e banal mas são sempre coisas que me deixam a pensar sobre a nossa passagem por esta vida e como podemos levá-la da melhor forma possível.

O conhecimento que ele transmite provém, por aquilo que ele descreve de forma muito constante, de uma aprendizagem longa e dolorosa... com um combate assíduo a problemas de depressão.

Não posso dizer que alguma vez tenha chegado ao ponto a que ele chegou (estou mesmo a falar de suicídio)... mas tive períodos muito negros na minha vida de adolescente/ jovem adulta. Hoje sei que houve momentos em que efectivamente estive deprimida... mas naquelas alturas eu não o admitia de forma declarada (e não, nunca tive acompanhamento médico nesse sentido).

Mas este texto deixou-me a pensar que efectivamente a percepção que temos de nós próprios determina a forma como nós somos. E a percepção que temos de nós próprios provém muito daquilo que os outros nos transmitem (ou então damos o grito do Ipiranga e deixamos de querer saber o que os outros pensam de nós... mas já chegaremos a essa parte).

Quem me conhece, sabe que passei por momentos algo complicados há bem pouco tempo (o que são 2 anos se não "pouco tempo"). Esses momentos foram determinados muito pela influência de terceiros a "deitar-me abaixo" (umas vezes com palavras, outras apenas com atitudes). E eu acreditava nas coisas que eram ditas ou feitas perante a minha pessoa.
Até ao dia... até ao dia em que me foi dito algo que eu não admiti que me fosse dito. Nesse dia eu não acreditei naquelas palavras. Aquilo não me caracterizava e eu iria demonstrar (a mim mesma porque nesse dia eu deixei de me importar com a opinião dos outros) que eu era muito mais do que aquelas palavras.

Foi um processo longo. Foi um processo doloroso. Basicamente foi um combate constante contra pensamentos sobre mim própria que me tinham sido implantados durante anos a fio e que tinham culminado numa situação completamente insustentável.
Facilmente eu poderia ter chegado a um ponto de ruptura comigo própria. Felizmente isso não aconteceu.
Fui buscar forças ao fundo do meu ser e acabei por "renascer das cinzas".

Hoje em dia posso não ser "perfeita" mas sinceramente isso não me interessa muito. Sou quem sou com os meus defeitos e as minhas virtudes. Gosto de ser a pessoa que sou e, sinceramente, isso é-me suficiente! Quem também gosta de mim é favor "juntar-se à minha festa"... para quem não gosta, apenas tenho a dizer que "a porta da rua é a serventia da casa".

Sim, porque hoje em dia eu não admito que haja quem me queira deitar abaixo. Hoje em dia eu acredito no meu potencial enquanto ser humano!

Por isso, não poderia estar mais de acordo com estas palavras:

I personally feel that we possess the mental ability to damn or liberate ourselves by what we believe. Believing the worst about ourselves will bring us down and damn our progression. But believing the best about ourselves can help us to fly, fight, and crow.

Isto aqui é uma ditadura!

Este post advém de coisas que vou lendo por essa net fora... comentários cheios de veneno que são feitos sob a protecção de um ecrã.

Em 1º lugar, só posso dar graças a Deus por ser uma blogger "anónima" e por isso não tenho cá problemas de "cobras venenosas" virem destilar veneno por estas bandas.

Em 2º lugar, mesmo que fosse uma blogger "famosa", os comentários aos meus textos passam todos pelo meu crivo... por isso, no dia em que eu me deparar com um comentário que não me agrade, podem ter a certeza que esse comentário nem sequer irá ver a "luz do sol".
O espaço é meu e, por isso, aqui só é publicado aquilo que eu quero!

Sim, meus amigos, não se iludam a pensar que este espaço é uma democracia.
Não, isto aqui é uma ditadura... e aqui quem manda sou EU!

quarta-feira, 18 de junho de 2014

E assim de repente

Dou-me conta de forma demasiado física que vou fazer 33...

Só posso concluir isto: RAI'S PARTA OS 33!

domingo, 15 de junho de 2014

I'm just the way I am


Soul mates


Almas gémeas não têm necessariamente que viver um amor romântico. Almas gémeas apenas têm de se compreender mutuamente, respeitar-se e, acima de tudo, amarem-se de forma pura. Pode existir amor romântico mas também pode não existir e isso não irá afectar o relacionamento.

Eu acredito que encontrei a minha alma gémea! Aquela pessoa a quem não preciso de dizer uma palavra para que saiba qual o meu estado de espirito e que me ajuda apenas com um olhar e um toque.
Mas se encontrei o meu amor romântico? Não, esse ainda não encontrei.

Ando tão acelerada, mas tão acelerada!

... que ainda não tomei consciência que faço anos daqui a 2 semanas!

sábado, 14 de junho de 2014

Juízo!

Começo logo por explicar que, de fábrica, apenas vim com metade do juízo.
[o dentista que me mandou fazer a minha 1ª orto transmitiu-me que eu apenas tinha dentes do siso - aka juízo - do lado esquerdo... o lado direito era completamente desprovido de tal característica]

Quer dizer, tiveram os meus pais 15 anos a treinar para me fazerem e acabaram por me fazer com defeitos... ora só com metade do juízo, ora com pouca cartilagem no joelho direito [pensando no assunto, os defeitos são, de forma consistente, no lado direito... direi que esse lado foi descurado?]

Quando o siso superior deu sinais de querer ver a luz do dia [se bem que não sei exactamente que quantidade de luz é que estaria a contar ver], teve de ser imediatamente arrancado. Era isso ou ficava com o maxilar superior completamente "desarranjado" já que não tenho nem um milímetro de espaço livre!

Pouco antes do Natal de 2012, percebi que o siso inferior estaria a querer nascer [eh pá, com a quantidade de dores que tive nessa altura era capaz de ser difícil não ter percebido tal].
A minha dentista cortou-me a gengiva já que o dente não estaria a conseguir fazê-lo e fiquei bem.
Até esta semana! Comecei com um desconforto nessa zona, algumas dores [ou eu tenho uma tolerância muito grande ou foram mesmo só dores muito ligeiras],... lá tentei marcar consulta com a minha dentista mas aquela senhora é mais requisitada que sei lá o quê e simplesmente não consegui.
Hoje fui a um dentista que basicamente olhou para a minha gengiva e determinou que este juízo só irá sair com ajuda externa... e vai sair de forma permanente!

Por isso, é oficial..... a partir da próxima terça-feira à noite serei uma pessoa completamente desprovida de juízo!!!

Se com um quarto de juízo na boca, já sou como sou... mi aguardem que agora vou ficar sem juízo nenhum!

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Como saber que precisamos de descansar a cabeça com urgência

(tendo consciência que isso não irá acontecer tão cedo)

Chegar ao trabalho e procurar o telemóvel insistentemente dentro da mala.
Perceber que, eventualmente, nos esquecemos dele em casa.
Ligar para o nosso próprio número para verificar isso mesmo.
Mas ouvimos o telemóvel a tocar!
Olhamos para a secretária e lá está ele! (já o tínhamos tirado da mala quando iniciamos a procura insistente)

Enfim!!!!

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Ah e tal!

Ah e tal, é bom praticar exercício físico.
Ah e tal. é bom suar.
Ah e tal, é bom sentirmos dores nos músculos.

Pois... mas também é bom conseguirmo-nos mexer! Só acrescento isto.... AUCH!!!!

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Sim, sim... já regressei!

Mas isto tem andado a uma velocidade tão estonteante que ainda não tive tempo de parar um bocadinho por estas bandas.
Eu hei-de cá "voltar"! :P

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Crianças, qual o futuro de uma população cada vez mais envelhecida?

Pensar em ter filhos, nos dias de hoje, é qualquer coisa de muito exigente.
Cada vez mais a taxa de natalidade se retrai porque não existem politicas que incentivem o nascimento de crianças.
Resultado, vivemos numa sociedade cada vez mais envelhecida e cuja sustentação poderá encontrar-se em risco.

Portugal não é dos melhores em termos de protecção da parentalidade. Mas choca-me ainda mais que os EUA não tenha qualquer incentivo à natalidade.
Bom, mas eles são o país onde tudo é privatizado e não há protecção de nada nem de ninguém. Provavelmente, quando olham para "nós" dizem que somos uns "mimados" pelo Estado... afinal de contas eles vivem sem dada do que para nós são direitos adquiridos nestas questões.

Para perceberem um bocadinho melhor do que estou a falar, leiam este artigo: Having A Baby In The United States Is A Terrible Idea.

Em modo serviço público de divulgação de cultura #96


Em modo serviço público de divulgação de cultura #95


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Impressionante

Comparem a Susy com a Conchita e digam-me qual é que parece mais masculina (sem contar com a barba como é óbvio).


Já agora também leiam o artigo sobre a nossa música no Festival da Canção... é mesmo assim que queremos ser vistos?
Vergonha, muita vergonha! :(

[daqui a uns dias vou viajar para o Reino Unido e acho que vou adoptar uma nova nacionalidade para quando me perguntarem de onde sou...]

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Ia chamar este post de "homossexualidade" mas o que vou escrever é mais abrangente que isso

Acabei de ver o excerto do vídeo em que 2 jogadores do Sevilha, ao celebrarem a sua vitória contra o Benfica, se beijam.

Não sei se são heterossexuais, homossexuais ou bi e sinceramente não me interessa particularmente qual a sexualidade de duas pessoas sobre as quais nunca tinha ouvido falar a não ser há umas horas atrás.
Mas já que vou opinar, não me pareceu que aquele beijo que tenha sido algo "novo" entre eles... foi um beijo de quem se beija dessa forma, ou seja, não houve aquele momento surpresa. Sendo que isso não quer dizer absolutamente nada quanto à sexualidade de ambos.

E agora voltando ao que me levou a pensar escrever este texto.
Lembro-me de, não há muito tempo, ter visto uma notícia que divulgava o primeiro jogador de futebol a assumir-se como homossexual. Penso que ele era alemão... ou então jogava num clube alemão, já não sei muito bem. Lembro-me que nessa altura pensei que ele não poderia ser o único homossexual nesse meio. O problema é que o futebol é um desporto catalogado como másculo enquanto a homossexualidade (masculina) é catalogada como efeminada.
E aqui é que está o grande problema... Somos demasiado rápidos a colocar rótulos em tudo! Nas atitudes, nas pessoas, nas relações, nas escolhas profissionais, etc. Parece que tudo à nossa volta tem de ser definido por UMA palavra.
A minha questão é: acreditam mesmo nisso? Acreditam que tudo à nossa volta apenas pode ter UM rótulo? Acreditam que um jogador de futebol não pode ser homossexual porque o futebol é um desporto másculo e, já agora, um bailarino não pode ser hetero porque dançar é "coisa de meninas"? Acreditam que uma lésbica tem de ser camionista? A sério????
E se eu vos disser que a pessoa que está sentada ao vosso lado na mesa do restaurante onde vocês almoçam todos os dias... sim, o senhor charmoso sempre bem vestido e que não tem qualquer tique nas mãos ou na voz pode muito bem ser homossexual. Ou então a senhora jeitosa e muito bem arranjada que não tem qualquer trejeito masculino pode também ser lésbica.
Agora que vos plantei a semente no cérebro, pensem no assunto... fará alguma diferença na vossa vida se essas pessoas forem realmente homossexuais? Então porque perdem tempo a dar-lhes o rótulo? Não seria muito mais proveitoso olharem para o vosso interior e se compreenderem a vós próprios em vez de ficarem obcecados com a sexualidade dos outros e sobre se essa sexualidade se coaduna com a sua actividade profissional ou com a sua atitude perante a vida?
E se eu vos disser que há muitos mais homossexuais (masculinos e femininos) do que aqueles que vocês podem imaginar... isso vai afectar a vossa vida em quê?
Tudo isto para dizer que, com toda a certeza, não há só 1 ou 2 ou 3 ou... homossexuais que sejam jogadores de futebol. Mas os que são homossexuais preferem manter-se "no armário". Com toda a certeza a passearem (e a fazerem infelizes) namoradas vistosas... apenas e só porque isso é o esperado de um másculo jogador de futebol.

No meio disto tudo, eu não estou aqui a defender a homossexualidade.... eu estou a defender a FELICIDADE e a LIBERDADE de cada um ser aquilo que é.
É por isso que eu aceito e respeito quem me rodeia... tal como espero que quem me rodeia me aceite e respeite tal como eu sou.

Só para finalizar, vou procurar e ouvir (finalmente) a música da Conchita Wurst que ganhou o Festival da Canção... devo ser a única pessoa à face da terra que ainda não ouvi a famosa música.
(a sério que não me cabe na cabeça a polémica em torno de um drag queen, às vezes acho que vivo na Idade Média)

quarta-feira, 14 de maio de 2014

E de repente!

Mudam-se planos que já existiam há meses.

A vida é mesmo assim e é preciso manter a mente aberta.
(só é pena que essa mudança de planos não seja pelos melhores motivos)

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Pank

Acabei de descobrir que sou uma pank.

E o que é uma pank?

Pank é o acrónimo para "professional aunt no kids" e define mulheres na casa dos 30 que são tias afectivas (e que têm poder de compra para mimar os seus sobrinhos mas esta parte acho que podemos eliminar da minha definição... aliás podemos eliminar da maior parte das mulheres portuguesas).

Sendo que, eu tenho 2 sobrinhos biológicos e muitos afectivos... gosto de todos da mesma forma e mimo-os à minha maneira e consoante a minha disponibilidade, acho que me posso definir como pank com muito gosto!

Em modo serviço público de divulgação de cultura #94



Em modo serviço público de divulgação de cultura #93



segunda-feira, 5 de maio de 2014

Sabotagem

Há algo de errado no ar.

Olhando em volta percebo que as pessoas que me rodeiam estão tensas...  a questão principal é se elas próprias perceberam isso. Sinceramente acho que não. Tenho a sensação que sou a única pessoa que consegue detectar a tensão que existe e isso não me agrada.
Sinto que alguém me vai sabotar a minha vida. É um sentimento que vem cá do fundo e não consigo explicar porque existe.
Começo a olhar os outros com a desconfiança de quem não sabe o que lhe espera. Procuro no olhar alheio indícios de quem irá destruir o meu bem-estar e não consigo perceber quem o fará. Todos permanecem num clima de tensão insuspeito.

E assim se passam horas, dias, semanas, meses,... Eu em constante estado de alerta, os outros em clima de tensão perante mim.
Não baixo as barreiras que me separam de quem me envolve apenas porque não quero que nada de mal me aconteça.

Até um dia... até ao dia em que vi nos olhos de outrem a vontade genuína de querer transpor as barreiras construídas por mim. E foi aí que percebi que a tensão apenas era percepcionada por mim porque eu era a pessoa que a criava, eu era a pessoa que me queria sabotar e nunca foram os outros.
Esse foi o dia em que libertei um pouco a guarda.

sábado, 3 de maio de 2014

Evolução

(sim, estou no meio de uma insónia mas isso são outros quinhentos)

Andava eu aqui a tentar ver se durmo quando me passa uma publicação pelos olhos. Coisa para, aqui há uns tempos atrás, me deixar irritada e a largar impropérios por essa vida fora.
Qual não é o meu espanto quando, segundos depois dessa publicação me passar pelos olhos, eu percebo que aquilo não teve qualquer efeito sobre a minha pessoa. Nem sequer olhei duas vezes para a coisa!

Feliz, aliás MUITO feliz com a constatação! Só por isso a insónia já valeu a pena. :)

sexta-feira, 2 de maio de 2014

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Voltei!

E a primeira pergunta que coloco é: mas que raio de tempo vem a ser este???

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Só para comunicar

Se eu deixar de dar notícias durante muitos dias seguidos (só um não que uma pessoa está de férias é para também sair da rede), mandem o piquete de salvamento!
Quem me mandou ir a uma aula (nova para mim) de ginásio na véspera de vir para fora???? Mas é claro que hoje nem sei como me consegui arrastar pelas ruas... Parece que afinal tenho músculos em sítios que desconhecia!

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Da minha banda sonora #70



(...) If I wanted someone to clean me up 
I'd find myself a maid 
If I wanted someone to spend my money 
I wouldn't need to get paid 

 If I wanted someone to understand me 
I'd have so much more to say 
I want you to make the days move easy (...)

Em modo serviço público de divulgação de cultura #92


Se estivesse disponível iria.... Fica para outra oportunidade!

Não sei

Não sei o que queres, como queres ou quando queres. Não sei o que o teu cérebro engendra quando estás embrenhado nos teus pensamentos. Não sei nada do que se passa contigo a nenhuma hora do dia.

Apenas sei o que eu quero e mesmo aí tenho dúvidas que me assolam todos os dias e todas as noites. Mas se me perguntares o que é... eu não te vou dizer com todas as letras assim como tu nunca me dizes.

Talvez no dia em que tu sejas completamente sincero comigo, eu também seja sincera contigo.
Talvez, não sei!

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Parado?

Por aqui isto anda parado mas isso só significa que "no mundo real" a coisa anda a 1000 à hora.
Por um lado é bom, por outro já parava um bocadinho... mas antes do fim do mês tal não vai ser possível!

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Vocês sabem?

Vocês sabem que a vida é uma bela duma m***a, não sabem?
Pois... acabei de ter a confirmação.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

terça-feira, 8 de abril de 2014

Para quem é um ávido leitor


NOTA: não estou a conseguir aumentar a imagem... por isso se quiserem ver o fluxograma com mais pormenor, descarreguem a imagem e divirtam-se a descobrir que clássico descreve a vossa relação. :)

Coisas que me fazem bem à cabeça

Saber que tenho escapadinhas programadas para Abril, Maio e Junho!

Há lá coisa melhor do que andar a passear (seja lá fora ou cá dentro).

segunda-feira, 7 de abril de 2014

A morte


Infelizmente, este fim-de-semana fui confrontada com a única coisa que temos certa que a vida nos reserva, a morte.
Entre colegas, acabamos a falar precisamente no tema que vem descrito na crónica que menciono: a morte e a internet.
Houve alguém que disse que iria escrever todas as suas passwords num caderno para, no caso de lhe acontecer alguma coisa, quem cá ficar possa eliminar o seu perfil nas redes sociais.
Não tenho qualquer intenção de fazer isso.... mas também não me agrada pensar que o meu perfil "social" irá perdurar para a eternidade. Acho que as redes sociais deveriam ter formas de possibilitar a comunicação da morte de alguém e, consequentemente, proceder ao cancelamento dos perfis existentes.
Não me parece que, tornar-se num cemitério virtual, seja benéfico para a própria rede social... seja ela qual for!

E agora que penso nisso, no meu perfil de Linkedin ainda tenho uma ligação de uma rapariga que morreu há cerca de 5 anos. Cada vez que vejo esse perfil penso na história dela e de como ela me marcou.
É bom ou mau? Sinceramente, não sei.... talvez seja apenas o relembrar de uma história triste que pode acontecer a qualquer um de nós. Talvez seja o relembrar que somos frágeis e efémeros enquanto a internet é algo que não consegue "perceber" qual o nosso estado a não ser que lhe comuniquemos. E comunicar a nossa própria morte é algo que ainda não somos capazes de fazer.

Familia

Tenho uma família que nunca mais acaba. Tios e primos e segundos primos e....
Bom, a coisa é tão complicada que nunca consigo contabilizar exactamente o tamanho da minha família (seja materna seja paterna). Já para não dizer que o facto de ter vivido a vida inteira geograficamente longe de todos também não ajuda.

Ontem recebi um convite de FB de uma pessoa.... a minha 1ª reacção (é sempre a minha reacção) foi "eu não conheço esta pessoa" mas abro o perfil para ver antes de responder. E vai daí, percebi que quem me tinha mandado o convite é uma prima minha. Filha de um primo direito (mas mais velha que eu, don't ask for details). Moça que eu já não vejo há..... sei lá, uns 15 anos (isto é uma estimativa muito estimada mesmo porque efectivamente não me lembro de quando foi a última vez que a vi)!!!!
Lembro-me de ser miúda e, quando íamos a casa dos meus primos, ir com ela e com os amigos para o café ou então ficarmos no quarto dela à conversa.

Resumindo, é uma pessoa por quem tenho carinho mas de quem, de certa forma, tinha perdido o rasto.
Por isso, obrigada FB pelo serviço público que estás a prestar-me! (não é a 1ª pessoa da família com quem reato contacto graças ao FB)

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Meiguice?

Já fui meiga, inocente, observadora, calma, introvertida,...

Já fui essas coisas todas... mas a vida decidiu que eu devia levar umas pauladas e eu decidi que havia de mudar.

Por isso agora sou bruta, explosiva, impaciente, desbocada,... (acho que a única palavra que se mantém na minha descrição é mesmo o "observadora", no meio deste turbilhão continuo a gostar de observar os outros)

Com tudo isto, a única coisa que sinto falta é de ser meiga com os outros. A questão é que acabei por criar uma carapaça que não quero transpor nem quero que os outros a transponham.

C'est la vie!

Espalha-brasas

Passei de ser uma moça recatada e praticamente sem "competências sociais" para ser uma espalha-brasas que não sabe manter a boca fechada!

Neste momento nem eu me reconheço!

terça-feira, 1 de abril de 2014

Papoilas da minha infância

Quando eu era criança, no terreno atrás da minha casa, havia um campo de papoilas. Era lá que eu e os meus irmãos passávamos as tardes a brincar. A correr, soltos como o vento.

Por vezes caíamos e magoávamo-nos. Nessas alturas a minha mãe, matriarca diligente e atenta aos seus petizes, vinha ao nosso encontro, sacudia a poeira que ficava nas nossas roupas e dava-nos um beijo na testa para aliviar as dores do ego.

O meu pai, patriarca sisudo e ciente da sua responsabilidade familiar, fazia aparições diárias para colocar na ordem a sua prole. Ele sabia sempre quem se tinha portado bem e quem tinha feito asneiras.
Ambos completavam-se na sua tarefa de educar os seus filhos. A minha mãe afetuosa e o meu pai omnipresente.

As manhãs que precediam as brincadeiras no campo de papoilas, eram sempre preenchidas com a aprendizagem das letras, dos números, da arte,… E o que eu mais gostava era das aulas de violino. Pegar aquele instrumento nas minhas mãos de criança e fazer com que dele saíssem sons maravilhosos, fazer com que as pautas ganhassem vida, fazer com tivessem uma dimensão extra. Tinha alturas em que as cordas magoavam os meus pequenos dedos… mas nada disso tinha importância alguma. O importante era tocar, tocar sempre… e adquirir toda a técnica necessária para cumprir com essa tarefa e, quem sabe, um dia tocar numa orquestra de renome.

E assim cresci, no meio das papoilas e dos beijos ao ego e de um pai omnipresente e de pautas que ganhavam vida no meu violino.

Cresci e tornei-me mulher. Esqueci os sonhos de ser violinista numa orquestra. O meu pai fez questão de me orientar para a organização da vida doméstica porque “essa era a tarefa da mulher” e a minha mãe (senhora que em tempos foi menina com sonhos iguais aos meus) nunca poderia insurgir-se contra a vontade de meu pai.

Tornei-me mãe e hoje sou eu a matriarca. Hoje sou eu que deixo os meus filhos correrem soltos ao vento e que lhes dou beijos quando se magoam… e sou eu que conto ao pai omnipresente como correu o dia dos petizes, para que ele saiba quem deve elogiar e quem deve castigar.
E depois de todos estes anos, depois dos meus sonhos de criança não serem mais do que uma vaga lembrança na minha memória, percebo que quem era omnipresente era a minha mãe e quem me guiou na direção contrária aos meus sonhos foi ela e não o meu pai.

Quero quebrar o ciclo. Quero que as minhas filhas sejam o que os seus sonhos lhes ditarem. Acima de tudo quero que elas sejam felizes e que se lembrem para sempre das papoilas que encheram a sua infância.


Só isto....

Mas porque raio não valorizamos aos autores portugueses? E quando falo em autores é mesmo no sentido lato da palavra... escritores, músicos, etc.
Entramos num qualquer espaço de venda de cultura e só se vê cultura anglo-saxônica (em grande maioria). Temos tanta gente com talento neste país e não valorizamos nada, nadinha! E depois, claro, andam os nossos na "rua da amargura" porque não conseguem fazer vida daquilo que mais amam na vida.

Triste, muito triste!

Do ginásio

Ontem consegui fazer (bem feitinhas), pelo menos, 8 flexões seguidas. Ok, foram flexões "de joelhos" (que são mais fáceis) mas, para quem não conseguia fazer nem 1 quando começou a frequentar o ginásio, a evolução é visível.
O próximo passo é passar para as flexões "nas pontinhas dos pés". :)

segunda-feira, 31 de março de 2014

Escrever


Tenho febre.
Sinto o corpo quente e quero fazer algo para o arrefecer. Não sei de onde vem esta urgência que sinto. Este sentimento que me eleva a temperatura do corpo.
Quero libertar-me e , por fim, percebo que quero escrever. Sinto que preciso de colocar no papel estas palavras que me queimam por dentro.
Preciso que as palavras se materializem no papel, que se tornem reais aos meus olhos e não apenas sinapses no meu cérebro.

Pego em papel e caneta e desfaço o nó que está dentro de mim.
A febre acalma e eu.... eu fico vazia e a olhar para as palavras que a minha mão imprimiu no papel. Leio o que escrevi. Uma, duas, três vezes...
Como é que eu escrevi aquelas palavras? Aquilo que agora está no papel estava dentro de mim? Estas eram as palavras que me queimavam?

Tenho muitas questões e poucas respostas. Porque a vida é assim, cheia de interrogações e, por vezes, as respostas não surgem com a mesma velocidade.

sábado, 29 de março de 2014

Evolução

Tenho feito grandes progressos na minha batalha constante.... e perceber isso é muito bom para continuar na minha luta diária, semanal, mensal.
Mas olhando para os números (puros e duros) também preciso perceber que ainda tenho um grande caminho a percorrer!

So, let's go for it! :D


quarta-feira, 26 de março de 2014

Afinal valeu a pena...

Entro no ginásio e vejo, a entrar numa das salas de aula, um instrutor que me conhece.
Ele vê-me, fica à espera que eu me aproxime... cumprimenta-me e diz-me:

Mas onde é que tu vais assim toda janota?

Pronto! Já valeu a pena ter tido frio à hora de almoço e ao sair do trabalho (raio de vento frio que anda por estas bandas).

Mania!

Tenho de perder a mania de me "descascar" quando vejo uns raios de sol!

Chiça que hoje está frio!

terça-feira, 25 de março de 2014

Fogo!

Já basta de me darem das orelhas, não?
Eu sei que acaba por ajudar.... mas eu preferia não estar sempre a ouvir raspanetes das minhas amigas!

Da minha banda sonora #68


Cantar esta música em parceria com a minha querida professora e darmos o verdadeiro show!

Isso são momentos que não têm preço!

Em modo de auto-flagelamento

(a bater nas mãos)

Está quieta, Sofia Maria! O que pensas que andas a fazer?

domingo, 23 de março de 2014

O cérebro tem destas coisas

Há pouco lembrei-me de uma tia minha.... e na sequência de me ter lembrado dela, lembrei-me do que ela disse ao meu ex quando o conheceu. Basicamente ela puxou-o à parte e disse-lhe qualquer coisa como "tome bem conta dela que ela é boa moça" (isto foi-me contado por ele depois).

Nada disto seria de estranhar se eu fosse próxima dessa minha tia.
Por isso é bom lembrar que mesmo quem nos conhece pior pode ter uma boa percepção nossa pessoa. :)

quarta-feira, 19 de março de 2014

O melhor do meu dia #4

Receber elogios em catadupa. Receber agradecimentos pelo meu empenho. Perceber que o que faço acaba por agradar tanto a mim como a terceiros.
Às vezes a ficha não cai no momento exacto em que as coisas acontecem mas uns dias depois.
Foi o que aconteceu mais uma vez!
(e por causa disso hoje andei com um sorriso na cara... apesar das chatices habituais)


Olhar para as estatisticas

Olhando para as estatísticas deste blog percebo que a maior parte das últimas visualizações teve como "fonte de tráfego" um motor de busca russo, onde procuraram mesmo por "eueasminhasparvoeiras.blogspot.com".

Tendo adquirido este conhecimento curioso, gostava que quem me acompanha da Rússia (é o 2º país que faz mais visualizações deste blog) se identifique. Gostava de saber quem anda por essas bandas. :)

Da saúde, da doença e da influência que estes estados têm sobre nós (ou vice-versa)

Não foram só as experiências que vivi que me moldaram o espírito.

Na altura em que bati no fundo, a saúde deteriorou-se. Tive suspeitas de doenças graves. Fiz exames de diagnóstico penosos, dolorosos e que ainda se tornaram mais "incomodativos" por tudo o que estava a viver.
Fazê-los sem a companhia de quem eu queria ao meu lado foi qualquer coisa de profundamente marcante.
Mas, no dia em que saí de casa para os ir fazer (que ainda por cima coincidiu com o meu aniversário), tomei a decisão que, se o diagnóstico se confirmasse, esse seria o dia em que eu fazia as malas e saía dali. Eu não queria viver o resto dos meus dias naquela angústia!
Foi aí que percebi que, por vezes, a doença acaba por nos dar forças que não sabemos que existem (as minhas forças estavam em modo negativo... e aquele dia foi completamente "revigorante"). Uma coisa é vivermos o dia-a-dia com saúde e darmos por garantido o dia seguinte. Outra é termos doenças em que não sabemos como vai ser a próxima hora, quanto mais o dia seguinte!

Felizmente, o diagnóstico não se confirmou.
[Atenção, eu tinha problemas físicos bem reais... só não eram tão graves como inicialmente se suspeitou.]
Acabei por não bater com a porta ao que se estava a passar nesse dia mas fi-lo cerca de um mês mais tarde porque tudo se conjugou para que só nessa altura eu acabasse por o fazer. E a partir daí a minha saúde melhorou a olhos vistos.

Daí que eu chegue à conclusão que a minha doença estava directamente ligada ao meu estado de espírito e que o meu estado de espírito esteja directamente ligado à minha saúde.
No fundo sei que tive sorte. Tive uma estrelinha que me guiou na direcção correcta... mas sei que há muitas pessoas que não têm essa estrelinha. Que por mais alegria que tenham, a saúde não os acompanha e só podem viver um dia de cada vez, sem saberem como será o dia seguinte.

Por isso, nada do que escrevo aqui é uma verdade universal. Foi verdade para mim em determinada altura da minha vida mas nada me garante que amanhã tornará a sê-lo.

Em jeito de conclusão, acho que o importante é perceber que, tenhamos saúde ou estejamos doentes, nunca devemos dar como garantido o dia seguinte... mas também não podemos baixar os braços! Devemos lutar sempre pela nossa felicidade!