quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Ainda dos gostos que não se discutem

Ontem fui à aula de cycle do tal instrutor que falavam no outro dia no balneário.

Estive atenta para perceber o que diziam.
Não ouvi berros despropositados. Não vi histerismo nem "convencimento".
Vi um instrutor atento ao que se passava na aula, que dava instruções firmes na generalidade e que, mesmo de longe, deu instruções personalizadas a quem ele achava que precisava.

Sinceramente, até relembrei que devia ir mais vezes às aulas dele em vez das aulas a que tenho ido... a verdade é que essas me dão jeito a nível de horário e esse é o único motivo que faz com que as frequente.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Só porque sim....

Ah! Estás recuperada da gripe?
Então toma lá uma constipação para não te esqueceres do que é não conseguir respirar pelo nariz. Pimbas!

Definitivamente as defesas andam lá em baixo

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Amor é....

Contexto: ele não gosta de ervilhas

Ele: Acabei de comprar jantar para fazer para nós.
Ela: E o que vais fazer?
Ele: Pescada com tomate e ervilhas.
Ela: Ervilhas?? Tu compraste ervilhas e vais cozinhar ervilhas?
Ele: Sim, comprei para ti. Vou coze-las à parte e depois junta-se só para ti.


Contexto: ele não come fruta

Ele: Levo kiwis.
Ela: Kiwis? Porque trazes kiwis?
Ele: Ontem disseste que gostavas de kiwis.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Somos todos diferentes (e ainda bem)!

Eu sou daquelas pessoas que "fica surda" quando entra no balneário do ginásio.
Não tenho amigos naquele espaço nem os quero fazer... por isso faço o esforço de me abstrair das conversas que vão acontecendo à minha volta.

Claro que esta "regra" por vezes tem excepções...

No outro dia ouvi uma conversa que estava a acontecer entre várias pessoas. Basicamente, sem nunca mencionar nomes, estavam a dizer mal de um dos instrutores. A conversa era feita maioritariamente por uma dessas pessoas... as outras assentiam sem alongarem muito o assunto.
A queixa principal era que esse instrutor estava sempre a insistir (aos gritos) para colocarem carga extra nos exercícios.

Ora, tenho desde já a anunciar que, dos vários instrutores que existem no ginásio, aquele é o meu preferido... e porquê? Precisamente pelo motivo que elas se estavam a queixar.
Ele não é o tipo que fica à sombra da bananeira e te deixa à tua sorte. E mais do que isso... é um bom profissional!

Sim, é chato ter alguém a puxar por ti. Mas eu vou para o ginásio para ter resultados... não é para fazer cócegas no corpo nem para passar o tempo.
Posso dizer que, dos vários instrutores, ele foi o que me fez planos de exercícios mais completos e melhor adaptados a mim e ao meu gosto, ele é o que corrige posturas e dá dicas sobre como fazer os exercícios evitando lesões, ele é o que passa na sala de musculação e diz "faz o exercício com mais peso que tu consegues", eu reclamo, na série seguinte experimento o peso que ele diz e percebo que ele tem razão (já passei de fazer um exercício com um peso de 10 kg para 17.5 kg à conta disso... basicamente eu tinha receio de pegar num peso tão grande). É verdade que ele berra nas aulas mas eu prefiro os berros dele (porque me corrigem e me ensinam) do que as palmadinhas nas costas dos outros.

Mas sabem que mais? Ainda bem que somos todos diferentes e temos gostos diferentes... as aulas dele já são concorridas o suficiente. ;)

Da minha banda sonora #98


quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Será que é hoje?

Depois de 4 noites do demo proporcionadas por uma gripe (também do demo) que me deixou o nariz completamente entupido e os pulmões a quererem saltar do peito.... espero que hoje seja a noite em que vou conseguir dormir em condições!

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Da "corrida" e das coincidências....

Como escrevi no post anterior, várias pessoas já me falaram da vantagem terapêutica que tem este tipo de exercício. Basicamente o que me dizem é que durante o tempo que passas a exercitar acabas por ir colocando ideias em ordem já que, por norma, este é um exercício solitário (e mesmo quando vais acompanhado nem sempre dá jeito ires em modo de conversa).

Poderia dizer que sinto isso quando vou fazer as minhas caminhadas e o A. vai correr. Mas a verdade é que isso não acontece. Coloco a minha música (ou não, depende da disposição) e vou organizando mentalmente tarefas diárias. Por norma a minha mente não vagueia por questões mais profundas.

Mas ontem foi diferente... não só porque fui "correr" mas porque houve outras coincidências.

A verdade é que no dia 18.12 do ano passado ocorreu um acontecimento menos bom na minha vida. Algo que, de certeza, o tempo vai fazer com que eu me esqueça da data em concreto mas nunca me irei esquecer do acontecimento em si. Pura e simplesmente é algo demasiado marcante.

Quando me inscrevi na prova não me lembrei que nesse dia fazia 1 ano. Mais tarde associei mas coloquei esse facto numa caixinha e arrumei-a bem lá no fundo da minha memória. Não lhe queria mexer.

Em casa vi o percurso da prova.
Minutos antes de começar, o A. mostrou-me o percurso de forma interactiva (e até percebi que não era exactamente como a ideia com que eu tinha ficado).
Pois mesmo assim eu não vi aquilo que iria ser doloroso psicologicamente. Foi como se a minha mente não quisesse ver o que eu iria enfrentar ao fazer a prova: eu ia passar mesmo em frente ao local onde esse acontecimento ocorreu.

Enquanto estava a fazer a prova, começo a perceber que vamos passar nas imediações do referido local. Aí vieram as lembranças à tona do meu pensamento. De certa forma revivi o momento que passei há 1 ano atrás. Os sentimentos que me assolaram há 1 ano vieram ao de cima. Fui tentando gerir o turbilhão em que foi ficando a minha cabeça com o aproximar do local.
Até que me apercebo que não íamos só passar junto ao local... o trajecto passava mesmo em frente desse sítio. Quando entrei naquela rua senti um nó a formar-se na garganta e as lágrimas a crescerem nos olhos. Pensei que não ia aguentar e que iria chorar desalmadamente enquanto corria.
Afinal tal não aconteceu. O trajecto passava mesmo em frente ao referido sitio mas nesse ponto fazíamos uma mudança de direcção, colocando o edifício nas minhas costas.
Aí corri... não vou dizer que foi com todas as minhas forças... mas foi com toda a vontade que consegui. As lágrimas ficaram contidas e senti que talvez esta tenha sido uma forma de colocar o referido acontecimento no passado.

Foi terapêutico? Foi. Não só pelo acto de correr como pela minha superação física e psicológica. No fundo foi uma coincidência que serviu o seu propósito.

It's done!

Eu estou ali ao fundo... não me vêem? ;)


Está feito!
Confesso que quando me aproximei da meta e vi aquele grande relógio a marcar 1h30... os meus olhos arregalaram-se e fiquei completamente desorientada. Muitas vezes disse que achava que conseguiria acabar o trajecto com um tempo algures entre 1h30 e 1h40, mas sempre convicta que iria ultrapassar 1h40.

Os primeiros 4 km foram dolorosos. A subida e o frio estavam a dar cabo dos meus músculos das pernas. Nesse percurso corri, talvez, uns 600m. As pernas não respondiam e pensei mesmo que não seria capaz de correr em ponto nenhum do percurso.
Aproximadamente na zona da marca dos 4km, iniciou a 1ª descida. Rua de Camões que eu tão bem conheço. Aí comecei a minha corrida. Ritmo lento, velocidade e respiração completamente controladas. Ainda tive direito a um high-five de um miúdo (5/6 anos) de casaco fluorescente e óculos que ia a passar e me estendeu a mão. :)
De seguida, subida até à Praça da República, entrega de água e 2ª descida bem longa na Rua da Boavista. Retomei o ritmo de corrida na descida. Segui certinho. Aproveitando a força da gravidade mas controlando sempre o ritmo. Eu queria chegar ao fim da prova.... ficar a meio por me estatelar no chão ou por ficar sem fôlego era completamente impensável!
Passo a rotunda da Boavista novamente em modo caminhada mas pouco mais à frente retomo a corrida. Algures entre o km7 e o km8, liga-me o A. Acabou a corrida com uma marca pouco interessante para ele. Na altura em que ele me ligou eu estava a correr e mantive o ritmo mesmo a falar ao telemóvel.
Passo a marca do km8. Pouco antes de entrar no túnel de Ceuta, retomo a corrida. Não abrandei a corrida até à meta. Visto que a marca do km9 era +/- a meio do túnel, eu diria que fiz cerca de 1.5km a correr. Esse último esforço... não foi bem um esforço. Foi um puxar pelo meu corpo até onde eu percebi que conseguia ir. Após passar a meta fiquei completamente incrédula, o pensamento esvaziou e só me conseguia focar que tinha começado e terminado a correr (passei em ambos os pórticos com ritmo de corrida).
Passei a zona das medalhas ainda meia sem reacção e só uns minutos mais à frente é que me lembrei que tinha de desligar o endomondo e que convinha ligar ao A. para saber onde ele estava.

O endomondo diz que fiz 10.99km em 1h38. Há que ter em atenção que o liguei 5min antes da prova começar e a alguma distância do pórtico de partida e só me lembrei de o desligar uns minutos depois de cruzar a meta e também a alguma distância desse pórtico.
Eu vi o relógio a marcar 1h30 quando cruzei a meta e dizem os resultados que fiz a prova em 1h25 (5 min de delay entre a prova começar e eu passar no 1º pórtico).

Não vou dizer que adorei a experiência. Não sou amante de corrida. Mas nesta prova percebi o que muita gente diz... que a corrida é quase terapêutica, que faz bem à cabeça (sobre esse ponto escreverei outro post).
O A. diz que acha que eu irei conseguir fazer a prova do próximo ano em 1h15, basta que me prepare com mais tempo. Eu digo que logo veremos com o ano corre! ;)

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Pânico is in tha house!

Treino de hoje (passadeira):
10 km - 1h31

Pelo menos fiquei com a certeza que aguento caminhar os 10 km. E ainda corri durante 1.5 km.

Mas a verdade é que estou a panicar com o tempo e já não posso fazer nada quanto a isso.

domingo, 11 de dezembro de 2016

Estou a panicar!

O meu namorado é gajo que gosta de correr.
Eu sou gaja que gosta de ir ao ginásio e de caminhar... mas não de correr porque tenho um joelho "à Mantorras".

Ora, há uns tempos falamos em participar na S. Silvestre do Porto. Ele na corrida, eu na caminhada.

Quando fomos fazer a inscrição eu comecei a achar que ia ficar desconsolada só com os 5 km da caminhada. Normalmente, quando caminho (enquanto ele corre) faço cerca de 7 ou 8 km, sem grande esforço.
Comecei a achar que até posso fazer os 10 km da corrida. Sendo que em vez de correr, caminharei.
Num momento de impulso, faço a inscrição para a corrida.

E agora estou a panicar!!!!
Porque nos meus treinos habituais não costumo fazer passadeira (odeio e peço sempre para não incluirem no plano de treino), porque vou demorar muito tempo e o meu namorado vai ficar cerca de 1 hora à minha espera, porque não costumo fazer 10 km, etc. etc.

Hoje fui ao ginásio e fiz 6 km na passadeira (em 55 min). Do km 1 ao km 2, corri a um ritmo de 7.5, assim como do km 4 ao km 5. No resto do percurso caminhei ao ritmo de 6/6.5.

Se me sinto preparada para o desafio.... não!

Yep, estou mesmo a panicar com isto!!!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Impaciência!

Quero o meu telemóvel novo!!!
De vez em quando lá espreito a página e, para já, a data prevista de chegada é no inicio do próximo ano (pelo menos não foi adiada, até hoje).
O facto de eu ter esse conhecimento não faz com que esteja menos impaciente quanto à sua chegada.

Ah! E já agora também quero o resto das encomendas que estou à espera que cheguem... raio dos serviços de entrega que não andam das canelas.

sábado, 5 de novembro de 2016

Acho que preciso esclarecer

A quem não convive comigo diariamente... Não me interpretem mal!

Eu segui e sigo em frente todos os dias. A pessoa a quem me refiro no post anterior é passado e não possuo qualquer sentimento por ele... nem sequer ódio.
As recordações do tempo que passamos juntos são-me completamente inócuas. Foram vivências e apenas isso.

A irritação que vos transmiti... eu diria que acontece de ano a ano e, lá está, apenas porque sinto que há ali um poder sobre mim. E se há coisa que eu não gosto é que tenham poder sobre a minha pessoa.

[eu sei que pareço calminha e, por vezes, até submissa.... mas é algo que não sou mesmo!]

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Hoje escrevo-vos com o coração

[e publico para o mundo inteiro ver... porque há coisas que o mundo não precisa de saber mas há outras que preciso tirar de dentro do peito]

Há 4 anos atrás descobri que vinha sendo enganada pela pessoa que amava. Durante uns dias hesitei mas acabei por tomar a decisão mais dificil que alguma vez tomei: decidi que não queria mais aquela pessoa na minha vida. 
Psicologicamente estava de rastos... só eu sei o que passei, nesse último ano, nas mãos da pessoa que me tinha feito promessas vãs.

Das últimas conversas que tivemos ele disse-me que iria apagar o seu perfil de Facebook. Para eu não achar estranho... que essa decisão nada tinha a ver comigo, que era ele que precisava de o fazer apenas por si próprio.
[sim, eu lembro-me dessa conversa como se tivesse acontecido há 2 minutos atrás.... o raio da memória nesse tempo ainda era grande, enorme. 
hoje em dia é uma titica e quase não me lembro do que fiz hoje de manhã]

Tudo muito certo até eu descobrir, meses mais tarde, que quando ele me disse isto já havia criado um perfil novo. Perfil onde me havia bloqueado.
[será que as pessoas que fazem isto acham que os bloqueados não falam com amigos que acabam por descobrir o perfil e que mostram os mesmos aos bloqueados?]

Quando fui verificar (isto porque quase não utilizo essa rede social) também estava bloqueada no Twitter. E hoje confirmei (ao ler um artigo sobre bloqueio em redes sociais) que também fui bloqueada no Instagram (rede social que ainda nem sequer existia na altura dos acontecimentos), portanto ele dá-se ao trabalho de me bloquear nas redes sociais que vão aparecendo com o tempo.

E podem vocês perguntar, com toda a legitimidade: Mas que raio é que isso te importa?

Primeiro
A verdade é que isso me incomoda imensamente! Não por querer saber o que se passa daquele lado... mas porque sinto que ele acaba por ter poder sobre mim. 
Eu nunca poderei ver o que ele tem no perfil dele mas ele, querendo, retira o bloqueio do perfil, vê o que quiser (que tb não é muito no Facebook já que o pouco que publico não é público) e torna a colocar o bloqueio.
Assim, simples e eficiente.
Não sei nem quero saber se o faz. Mas irrita-me perceber que o pode fazer e eu não tenho qualquer aval sobre o assunto.

[já agora, sua santa mãezinha criou perfil no Facebook e também procedeu ao bloqueio da minha pessoa. ups! eu também não devia saber isto, não era?]

Segundo
Ele é que me enganou e eu é que sou tratada como a criminosa? Eu é que sou a excluída, a bloqueada? Porquê? Apenas porque me insurgi contra o que me estava a ser feito? Porque tive respeito por mim própria quando ele escolheu espezinhar-me durante meses a fio?

Percebam que com este texto não quero de forma alguma dizer que pretendo qualquer tipo de contacto com ele. Eu não o quero ver à minha frente nem pintado de ouro nem coberto de chocolate.
Quanto maior a distância que nos separa... melhor!
Mas de cada vez que penso neste assunto, fico virada do avesso pois não acredito que eu tenha feito alguma coisa para merecer nada do que me foi feito... nem antes da separação nem depois.

[agora que já tirei isto de dentro do peito, posso seguir a minha vida habitual]

:P

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Hoje é dia 1

Desde há uns meses atrás que o dia 1 é especial.
Tudo porque, num acesso de loucura, naquele dia 1 te disse  para vires ter comigo. E tu vieste.
A partir daí é história. É a nossa história que construímos em conjunto todos os dias um bocadinho mais.
Já foram mimos partilhados, passeios só porque sim e viagens longas e elaboradas.
Mas também foram muitas dúvidas, muitas conversas sérias e outras nem por isso. Já foram decisões difíceis, lágrimas derramadas e sorrisos partilhados.
Ainda assim, o saldo é positivo e estamos a caminhar lado a lado até que nos apeteça (e que este apetite se mantenha por muito tempo). :)

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Sentimentos contraditórios

Não gosto de ter a sensação de que estou a ser "seguida" por pessoas que sabem quem eu sou mas eu não sei quem elas são.... ou melhor, por norma fico com pressentimentos maus sobre essas pessoas, sobre quem elas são e depois não consigo despegar. Por outro lado também não vou abordar essas pessoas para saber se os meus pressentimentos se concretizam.
Claro que eu sei que isto pode acontecer... afinal de contas eu não bloqueio ninguém, não apago páginas, não mexo nas definições de privacidade.

O meu blog é público para quem o quiser ler, o meu facebook tem privacidade que considero normal (ou seja, é público mas só os meus amigos vêem as minhas publicações) e embora já houvesse uma altura em que a conta de instagram era privada neste momento tornei a colocá-la pública (o intuito de a colocar privada era apenas para controlar o número de seguidores).

Ou seja, não me escondo. Nunca me escondi.... nem nos momentos em que tive vontade de o fazer.

Por isso talvez seja contraditório eu ter estes sentimentos em relação aos meus "seguidores". Não é a todos, como é óbvio. Mas há uns dias atrás tive um pressentimento mau e ainda não consegui sair daí.

E depois.... depois gosto de coscuvilhar quem fez muitos esforços para se esconder mas definitivamente não conseguiu.
Do que me vale? Nada... apenas fiquei com uma lágrima no canto do olho porque vi algo que me foi muito querido e que tantas vezes me confortou quando eu estive numa das piores fases da minha vida.